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Explore a Black Friday em outubro em sua farmácia

Explore a Black Friday em outubro em sua farmácia

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. O fim do ano promete uma injeção de ânimo para as vendas e é justamente essa a mensagem da edição de outubro do Guia da Farmácia. Além das eleições e da Copa do Mundo, o varejo se prepara para a Black Friday, data que se tornou uma das mais importantes do calendário para quem deseja fazer bons negócios. Para as farmácias que querem participar dessa agenda que promete ótimos resultados, preparamos, nesta edição, uma reportagem especial que mostra os caminhos para alcançar as expectativas dos analistas do setor, que esperam uma movimentação de aproximadamente R$ 5,9 bilhões no período. Projeta-se, inclusive, um incremento de vendas nas farmácias de 20% a 30% quando comparado ao ano anterior para o período. A matéria, mostra, justamente, os segredos para atingir essas metas, envolvendo estoque, sortimento, bons preços e atendimento diferenciado, a fim de se diferenciar para o consumidor e garantir que a sua loja seja a escolhida do momento da conversão. Clique aqui e adquira já seu exemplar! Além da black friday: outros destaques da edição de outubro ENTREVISTA: apostando na saúde como futuro da beleza, a diretora-geral da Divisão de Cosmética Ativa da L’Oréal, Roberta Sant’Anna, prevê crescimento de dois dígitos da área nos próximos cinco anos e vê as farmácias como estratégia central para esses resultados. AGENDA DA SAÚDE: a dor na forma aguda é motivo de sofrimento para cerca de 80% da população global e, somente no Brasil, 37% das pessoas já foram acometidas pela dor crônica. Conheça o mote da campanha celebrada em 17 de outubro para redução desses números. RECURSOS HUMANOS: no dia 30 de outubro, é comemorado o Dia do Balconista de Farmácia – profissional que, de modo geral, é responsável pelo primeiro contato com o consumidor.Clique aqui e adquira já seu exemplar! ESPECIAL SAÚDE: também atento à saúde da população, o Guia da Farmácia trouxe uma série de conteúdos que podem esclarecer dúvidas recorrentes no balcão. A Monkeypox, conhecida popularmente como varíola dos macacos, por exemplo, foi um dos temas abordados, trazendo as últimas estatísticas, formas de prevenção e iniciativas voltadas para imunização e tratamento. Algumas campanhas de saúde também foram lembradas, como o Dia Mundial de Combate à Dor, celebrado em 17 de outubro; e o Câncer de Mama, largamente abordado pelo Outubro Rosa.

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Evite perdas na sua farmácia com uma boa gestão de compras

Evite perdas na sua farmácia com uma boa gestão de compras

Para evitar perdas na sua farmácia e, consequentemente, ganhar mais tempo e dinheiro, fazer uma boa gestão de compras é fundamental. A gestão de compras, cabe lembrar, é a atividade que faz a organização do processo de compras do que a empresa precisa adquirir. Dessa forma, em uma farmácia, as principais atividades do gestor de compras envolvem identificar as demandas e as quantidades necessárias de produtos. Além disso, deve-se buscar fornecedores, negociar prazos e pagamentos. 5 dicas para melhorar a gestão de compras na sua farmácia Listamos algumas dicas para que a gestão de compras seja mais eficiente na sua farmácia. Veja abaixo! 1. Trabalhe com a curva ABC Podemos definir a curva ABC como um método de categorização de estoques que contribui diretamente para a melhora da gestão de compras. A metodologia da curva ABC divide os produtos que uma empresa mantém em estoque em três classes, de acordo com a importância. Veja: Classe A: são os produtos com importância, valor ou quantidade que respondem a 20% do total do estoque. Tratam-se dos itens com uma demanda de 65% em determinado período; Classe B: são os produtos com importância intermediária, correspondendo a 30%do total. Tratam-se de itens com uma demanda de 25% em determinado período; Classe C: são os produtos com menor importância, valor ou quantidade e que correspondem a 50% do total. Eles têm uma demanda de até 10% em determinado período. É claro que esses números podem variar de negócio para negócio. No entanto, tendo esse parâmetro é possível nortear o trabalho de gestão de compras. 2. Faça um planejamento com base nas datas sazonais Para que a gestão de compras seja eficiente, também é importante que se tenha um planejamento com base nas datas sazonais. Quando o verão se aproxima, por exemplo, a tendência é que a farmácia receba mais clientes em busca de protetores solares, bronzeadores e outros produtos desse tipo. Já no inverno, quando as doenças respiratórias são mais comuns, a farmácia tende a vender mais xaropes para tosse, remédios antigripais, pastilhas para a garganta etc. Em datas comemorativas, como o Natal, o Dia das Mães, o Dia dos Namorados, entre outras, a farmácia também pode ver as suas demandas crescerem. Nesse sentido, é importante que a gestão de compras siga um calendário sazonal, que deve ser alinhado com o marketing da farmácia. 3. Faça o controle de estoque de forma eficiente O controle de estoque precisa ser muito bem realizado para que a farmácia evite perdas, comprando mais produtos do que o necessário, por exemplo. Uma das metodologias que pode ser usada é o PVPS, sigla para “Primeiro a Vencer, Primeiro a Sair”. Esse método de organização considera o prazo de validade dos produtos para vendê-los. Ou seja, aqueles que estão com a data de vencimento mais próxima, devem ser vendidos primeiro. Com isso, o estoque fica bem organizado, se evitam as perdas e o gestor de compras tem uma ideia mais clara sobre o que deve ser reposto. 4. Considere a contratação de uma plataforma de gestão de compras No mercado, existem plataformas digitais para gestão de compras. Elas são ligadas ao estoque e garantem o acesso a transações comerciais, cotações de preços, formas de pagamento, entre outros itens. Além disso, elas geram relatórios automáticos para o acompanhamento. Assim, a gestão de compras pode ser sempre aprimorada, entrando em um fluxo de melhoria contínua. 5. Tenha bons fornecedores  Finalmente, você precisa de bons fornecedores para fazer uma gestão de compras eficiente. Busque sempre manter parcerias estratégicas e de longa duração com distribuidoras de medicamentos e outros produtos do setor farmacêutico. Ao ter um bom relacionamento com os fornecedores, você também terá mais facilidade para negociar preços, prazos de entrega e formas de pagamento. Isso tudo dá mais vantagem competitiva para o seu negócio. Evite perdas na sua farmácia: coloque em prática o quanto antes as nossas dicas de gestão de compras! Para continuar aprendendo, leia agora o nosso artigo que explica como o gerenciamento por categorias ajuda no planejamento de estoque.

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Perdas farmácia: como reduzir e melhorar o aproveitamento?

Como reduzir as perdas na farmácia

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Confira as dicas da consultora de varejo na empresa Complement Consultoria & Marketing, Flávia Nunes; e da gerente de Desenvolvimento de Negócios da Inwave, Vanessa Urbieta Furtos, precificação incorreta, consumo de produtos no interior da loja e sem pagamento, itens com data de validade vencida e danos ao manipular mercadorias são algumas das perdas comuns a que qualquer varejista está sujeito e que pode prejudicar os resultados dos negócios. Segundo uma pesquisa da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), divulgada em 2021, as principais perdas no canal farma, são: Quebras operacionais: 59%. Furtos externos: 18%. Erros administrativos: 10%. Furtos internos: 8%. Outros: 5%. Processos que ajudam a reduzir as perdas farmácia Confira as dicas da consultora de varejo na empresa Complement Consultoria & Marketing, Flávia Nunes; e da gerente de Desenvolvimento de Negócios da Inwave, Vanessa Urbieta, para reduzir as perdas da farmácia: Acompanhar as etapas de transporte. Monitorar o armazenamento. Analisar as possibilidades da exposição dos produtos nas gôndolas. Criar uma política para itens danificados em estoque. Observar e definir quais são os possíveis pontos de perda da operação. Prevenir fraudes e erros de fornecedores, principalmente nas entregas. Criar um checklist de estoque. Corrigir falhas administrativas, por exemplo, precificação. Identificar perdas de oportunidade, por exemplo, negociação, promoção, logística, entre outros. Criar uma política para lidar com produtos de alto risco, que devem ser expostos de forma segura, porém atrativa. Na área de vendas, contar com a proteção eletrônica de mercadorias, ou de sistemas antifurtos inteligentes. Atuar com o tripé: pessoas (treinamento), processos (políticas e procedimentos) e tecnologia (produtos e soluções), que integrados evitarão prejuízos ao varejista.

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Varejo farmacêutico: os vilões que impedem uma gestão mais eficiente

Os vilões que impedem uma gestão mais eficiente na sua farmácia

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Não podemos esquecer de algumas ações e controles (internos) fundamentais para termos uma capacidade maior de enfrentar os considerados vilões Concorrência, carga tributária elevada, produtos com margens de lucro cada vez menores, falta de mão de obra especializada e comprometida, rupturas no estoque, processo de precificação inadequado, falta de capital de giro, enfim, esses são alguns dos vilões que cercam as farmácias e que dificultam elas terem um resultado cada vez mais sólido e duradouro. Já faz anos que o varejo farmacêutico vem passando por alto grau de competitividade e quem não estiver preparado tenderá a ter grandes dificuldades não só para se manter no mercado, mas também conseguir um resultado cada vez mais sólido e consistente. Considerando esse cenário, esse artigo tem como finalidade principal apontar, ou pelo menos tentar, quais são os verdadeiros vilões (ou vilão) que fazem com que as farmácias não consigam ter uma gestão realmente eficaz. É fato que o varejo farmacêutico está cada dia mais competitivo, porém, ao atentarmos apenas para o que acontece no mercado externo acabamos por esquecer algumas ações e controles (internos) fundamentais para termos uma capacidade maior de enfrentar os considerados vilões. Presenciamos no varejo que, a cada três farmácias que contratam um consultor especialista no ramo, duas pedem aumento de faturamento, mas sequer tem, ou se preocupa em ter, um controle realmente eficaz de suas despesas, um planejamento correto de compras, de estoque ou mesmo uma precificação correta que seja competitivo e ao mesmo tempo não onere seus resultados. Ao longo de anos na jornada como consultor especializado no varejo farmacêutico, estou cada dia mais convicto de que a atenção (ou culpa) é ou está sendo desviada para esses vilões, deixando o processo de gestão para segundo plano. Percebemos que para alguns é muito mais fácil dizer “a concorrência é desleal” ou “não encontro um parceiro que atenda às minhas necessidades” ou, ainda, “não tenho poder de negociação”, ou “não sei fazer um processo de precificação eficiente”, entre outras desculpas que certamente todos nós já ouvimos. Se você perguntar para qualquer gestor de farmácia se seu desconto comercial junto aos seus parceiros está adequado às suas necessidades ele vai dizer que não. Mas, se futuramente esse desconto aumentar 10%, 15% ou 20%, ainda sim vamos escutar que o mercado continua desleal, que o resultado está cada vez mais apertado. Sabe por quê? É fácil, seu lucro continuará “escorrendo pelo ralo”. Isso porque não há uma gestão correta, não há um planejamento eficaz. Enfim, não há vilões e sim um vilão que não se atenta que é necessário mudar, especializar e evoluir periodicamente. Um exemplo claro foi, a muitos anos, a entrada do genérico no varejo farmacêutico. Todos diziam: agora tudo vai melhorar! Está aí, compra-se genéricos com um desconto bem melhor do que os medicamentos considerados “de marca” e pelo que podemos perceber, as coisas continuam ruins para os que não fazem gestão. Outro exemplo foi a entrada das operações logísticas (OL) que propiciam negociações diretas com os laboratórios e com descontos mais elevados. Porém, mesmo com essa melhora no potencial de compra, os resultados ainda continuam “apertados”. Precisamos mudar urgentemente uma “situação” que se chama cultura. Muitos dos gestores do varejo farmacêuticos acham que a cultura administrativa de 20 anos atrás (época inflacionária ou de sonegação) se encaixa no mercado atual. Diante do processo evolutivo do mercado, é fundamental uma gestão de compra correta, um controle efetivo de seus estoques e despesas, trabalhar com metas, estudar o mercado, treinar seus funcionários, se especializar cada dia mais em diversos requisitos que são extremamente necessários para entender como realmente se administrar uma farmácia. Muitos já se atentaram a essa necessidade e estão se reciclando e evoluindo mesmo que lentamente, outros sempre acham que as coisas irão melhorar e existem aqueles que acham que não tem mais jeito. Então, fica a dúvida: será mesmo que são esses vilões que impedem uma melhora gradativa nos resultados ou seria a falta de uma gestão correta que possibilite sabermos um pouco mais sobre o verdadeiro potencial de nossa farmácia e qual caminho realmente seguir? Acredito que os dois têm seu peso fundamental no processo efetivo de melhora e cada um será maior ou menor dependendo da cultura que cada gestor pretenderá seguir: a antiga ou a necessária. Contudo, se nos atentarmos a algumas ações que possibilitem nosso crescimento profissional e deixarmos de lado a vaidade, o pessimismo, a acomodação e colocarmos a “mão na massa” com certeza nossos resultados serão significativamente melhores.

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Hub de saúde: saiba o que é e como se adaptar a esse novo conceito

Hub de saúde: saiba o que é e como se adaptar a esse novo conceito

O mercado farma está em constante evolução e sempre acompanhando as demandas da sociedade atual. Nesse sentido, um novo conceito que está sendo implementado é a transformação das farmácias em hubs de saúde. É perceptível que está ocorrendo um grande remanejamento no setor. Você, como gestor farmacêutico, precisa estar atento a essas movimentações, para que o seu negócio não seja ultrapassado pelos concorrentes. Este conteúdo tem o objetivo de explicar o que é um hub de saúde e mostrar como a sua farmácia pode se adaptar a esse novo conceito. Acompanhe os tópicos a seguir! Hub de saúde: entenda o novo conceito do mercado farma Para entender o que é um hub de saúde, é interessante voltarmos um pouco no tempo, para que possamos acompanhar o processo histórico e evolutivo das farmácias. As primeiras farmácias que surgiram eram conhecidas como boticas, nas quais os farmacêuticos (na época chamados de boticários), produziam os medicamentos no próprio estabelecimento.  Com o passar dos anos, por conta da industrialização dos medicamentos, as farmácias deixaram de ser boticas e passaram a ser uma espécie de loja de remédios, surgindo o termo drogarias. Passado mais um tempo, para aumentar os lucros das drogarias, os gestores desses estabelecimentos começaram a vender outros produtos voltados à saúde e ao bem-estar. De tal forma, foram inseridos produtos como cosméticos, itens de higiene pessoal, entre outros. Agora, as farmácias estão caminhando para se tornarem hubs de saúde. A ideia é que os estabelecimentos deixem de ser apenas uma loja de medicamentos e produtos voltados para o bem-estar, tornando-se verdadeiros espaços de saúde. Dessa forma, uma série de serviços voltados para a saúde podem ser realizados no estabelecimento, como a aplicação de vacinas, administração de medicamentos, realização de testes e exames rápidos etc. Além disso, a farmácia pode ter um consultório farmacêutico, em que o profissional responsável pode acolher e orientar pacientes sobre o uso de medicamentos, realizando o encaminhamento médico, quando necessário.  Isso é muito importante, inclusive, para evitar a automedicação, um problema bastante grave em nossa sociedade. Benefícios da implementação de hub de saúde A transformação das farmácias em hubs de saúde é uma evolução benéfica para todos os envolvidos, bem como para a comunidade em geral. Veja a seguir, como a implementação de hubs de saúde nos bairros das cidades pode ser vantajoso. Para os clientes e comunidade em geral A pandemia da COVID-19 fez com que muitas pessoas passassem a valorizar mais a saúde e os cuidados pessoais. Logo, a procura por atendimento médico e a realização de exames de rotina têm aumentado. Caso as farmácias ofereçam serviços desse tipo em suas dependências, os clientes terão a oportunidade de procurar os estabelecimentos quando necessitarem fazer exames rápidos, por exemplo. Para a comunidade em geral, isso é muito benéfico, tendo em vista que haverá mais locais que podem ser procurados para realizar serviços e ter atendimento na área da saúde. Para os estabelecimentos de saúde da região Com a popularização dos hubs de saúde, as pessoas podem procurar esses estabelecimentos quando estão sentindo sintomas leves, por exemplo. Isso desafoga as filas de atendimento médico nos sistemas de saúde público e privado. Dessa forma, os postos de saúde e prontos-socorros podem dedicar mais tempo para atender pessoas com casos de doenças mais graves ou que precisam ser atendidas com urgência, por terem sofrido algum acidente ou algo do tipo. Para os gestores de farmácias Os gestores farmacêuticos são beneficiados porque as farmácias terão uma maior circulação de pessoas. Alguém que vai até o estabelecimento para fazer um exame pode aproveitar para comprar um medicamento ou outro produto e vice-versa. Ou seja, a lucratividade da farmácia será aumentada, tendo em vista que haverá novas entradas de receita no negócio. Além disso, estando mais “perto” dos pacientes, a farmácia pode personalizar os atendimentos e até mesmo a venda de produtos.  O desenvolvimento de programas de fidelidade também pode ser aperfeiçoado, caso a farmácia crie uma espécie de “plano de saúde” próprio, dando descontos a quem compra no estabelecimento. Transformação de farmácias em hubs: uma tendência para negócios de todos os tamanhos Transformar as farmácias em hubs de saúde é uma tendência para estabelecimentos de todos os portes e não apenas para as grandes redes de farmácias. Pelo contrário, as pequenas farmácias podem aproveitar muito essa tendência e ter uma relação ainda mais próxima dos pacientes. Um comerciante que tem uma pequena farmácia de bairro, provavelmente, conhece boa parte de seus clientes a fundo, entende a realidade dessas pessoas, sabe quais são as suas necessidades e as soluções que desejam.  Logo, criar um hub de saúde pode ter ainda mais sucesso, justamente por conta dessa relação de proximidade. A sua farmácia já se transformou em hub de saúde? Certamente essa é uma ótima maneira de estar mais próximo de seus clientes e atrair mais pessoas para o estabelecimento, concorda? Acompanhe as nossas redes sociais para ter acesso a mais dicas interessantes! Estamos no Instagram e no Facebook. 

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Inteligência de dados: o que é e como implantar na sua farmácia

Inteligência de dados: o que é e como implantar na sua farmácia

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Se engana quem pensa que só as grandes redes de farmácias podem contar com essas tecnologias, ou que é necessário investir uma fortuna para adotar essa estratégia no ponto de venda Provavelmente você já ouviu falar sobre inteligência de dados. Esse é o nome dado para o conjunto de métodos analíticos e ferramentas empregados para formar o melhor entendimento das informações coletadas na farmácia. Com base nestas informações, os gestores da loja podem melhorar os serviços ou investir de forma estratégica, conforme veremos a seguir com detalhes. E se engana quem pensa que só farmácias de grandes redes podem contar com essas tecnologias, ou que é necessário investir fortunas para ter soluções como estas no ponto de venda. Confira, a seguir, e implante já a inteligência de dados na sua farmácia. O que é a inteligência de dados? A inteligência de dados é o conjunto de todos os métodos analíticos e ferramentas empregados para formar um melhor entendimento das informações coletadas na farmácia. Por meio das informações coletadas, torna-se possível aos gestores melhorar os serviços ou investimentos na loja. Assim, a inteligência de dados se concentra na análise e na interação com as informações de uma forma significativa para promover uma melhor tomada de decisão. Esta estratégia permite, ainda, que a farmácia personalize sua comunicação e fale de forma mais assertiva com o seu cliente, impactando, diretamente, em indicadores como tíquete médio, frequência de compras e aquisição de novos clientes. “Também torna possível o planejamento dos investimentos de mídia e marketing, assim, possibilitando ações que não se pautem somente em desconto. Afinal, nem todo cliente precisa de desconto para fazer a próxima compra, por exemplo. Mas só é possível saber disso quando usamos a inteligência de dados para capturar informações, analisar comportamento e potencial, entregar ativações personalizadas e, não menos importante, mensurar conversões e resultados em tempo real”, explica o fundador da Bnex, Fernando Gibotti. Download Gratuito do Material Benefícios da inteligência de dados na farmácia Entre os benefícios da inteligência de dados na farmácia estão: Entregar ativações personalizadas. Capturar informações. Mensurar conversões e resultados em tempo real. Permitir que a farmácia personalize sua comunicação e fale de forma mais assertiva com o seu cliente, impactando diretamente em indicadores como tíquete médio, frequência de compras e aquisição de novos clientes. Tornar possível o planejamento dos investimentos de mídia e marketing, possibilitando ações que não se pautem somente em desconto. Por que devo digitalizar minha farmácia? A partir do momento que a farmácia ou drogaria inicia o processo de trabalho com inteligência de dados, ela já está inserida num ambiente digital, não tendo como desvincular uma coisa da outra. Dessa forma, digitalizar é importante porque cada perfil de cliente possui uma necessidade e um potencial específico, e hoje é impossível acionar clientes e traçar estratégias personalizadas sem a digitalização. Isso porque a tecnologia é o meio para que as marcas possam alcançar seus clientes em escala, mas sem perder a personalização que impacta, diretamente, no aumento das vendas. Quem pode ter uma farmácia digital? Todas as farmácias ou drogarias podem ser digitais. “A digitalização para cada rede pode ter um aspecto diferente, conforme o nível de maturidade. Assim, é importante identificar essa maturidade para definir um plano de digitalização adequado ao momento e aos recursos do negócio”, explica Gibotti. Dessa forma, digitalizar é importante porque cada perfil de cliente possui uma necessidade e um potencial específico, e hoje é impossível acionar clientes e traçar estratégias personalizadas sem a digitalização. “A tecnologia é o meio para que as marcas possam alcançar seus clientes em escala, mas sem perder a personalização que impacta diretamente no aumento das vendas”, avalia Gibotti. Download Gratuito do Material Como competir com grandes redes sem ter uma farmácia 100% digitalizada? Hoje, sem a digitalização, competir com as grandes redes é uma tarefa muito difícil. No entanto, não é necessário o mesmo investimento que eles fazem para conquistar o cliente. Isso porque, a digitalização deve atender a necessidade do negócio dentro da sua realidade e das suas metas. E, hoje, é possível contratar parceiros e plataformas pensados justamente na dinâmica das farmácias. Como digitalizar a farmácia sem gastar uma fortuna? Isso é possível escolhendo o parceiro adequado para sua necessidade. O parceiro ideal terá uma solução adequada para o momento do negócio e um time dedicado a traçar um plano de digitalização que faça sentido, assim, evitando o desperdício de recursos. Então, é fundamental pensar em planos de curto, médio e longo prazo, respeitando as variáveis do negócio. Opções de ferramentas para inteligência de dados para a sua farmácia CRM Plataforma de Customer Relationship Management (CRM) ou, em português, gestão de relacionamento com o cliente, que captura dados, analisa e identifica as oportunidades, além de ativar, e se comunicar com clientes e analisar os resultados com precisão. Tudo em uma solução única, com foco na fidelidade, engajamento e no aumento do faturamento. Com a plataforma, é possível criar a oferta certa, no momento certo, para cada cliente. Confira algumas opções dentro do CRM: Programa de relacionamento e fidelidade É um clube de vantagens para estimular o aumento do tíquete médio, da frequência de compra e atrair novos clientes. Com um programa de benefícios personalizado com a sua marca, você: Atrai o cliente para a sua loja. Estimula seu cliente a se identificar no momento da compra. Cria sua base de dados de clientes. Analisa o comportamento de consumo e identifica oportunidades de venda na sua base de dados. Cria ofertas especiais para o cliente fidelizado. Captura de dados dentro e fora da loja Com o seu programa de relacionamento ativo, você pode capturar os dados de perfil e consumo do seu cliente em tempo real, em diversas plataformas, como: App mobile personalizado com a sua marca. Hotsite. PDV (totem ou no balcão). Wi-Fi social. Capturando dados de forma recorrente, é possível analisar, prever e influenciar comportamentos de consumo com precisão. Hipersegmentação de clientes Depois de capturar

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5 expectativas dos consumidores para o varejo em 2022

5 expectativas dos consumidores para o varejo em 2022

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Os clientes das farmácias estão familiarizados com o omnichannel e cada vez mais exigentes em relação às formas de pagamento De todas as transformações que a pandemia trouxe à sociedade, uma das mais impactantes foi o avanço do mundo digital e este, gerou uma expectativas nos consumidores que, por sua vez, descobriram um novo universo, principalmente no Brasil. De acordo com os dados do Relatório Varejo 2022 feito pela Adyen, plataforma de tecnologia financeira, em parceria com a KPMG, 11% das vendas do varejo no país aconteceram no e-commerce. De acordo com a pesquisa, 67% das empresas nos setores de varejo, alimentos e bebidas e hospitalidade do mundo cresceram suas receitas em 20% ou mais em 2021. Outro dado que vale destacar é que 49% dos comerciantes dizem que seus negócios estão em uma posição melhor devido aos investimentos em operações online durante a pandemia e 94% das empresas planejam investir mais em 2022. Leia também: 5 detalhes que influenciam diretamente na decisão de compra do consumidor. Confira cinco expectativas que o consumidor tem em relação ao varejo em 2022: 1. Compras em vários canais  Para 61% dos consumidores os varejistas devem continuar a oferecer a mesma flexibilidade de compras entre multicanais que forneceram durante a pandemia. Ficar para trás pode resultar em perda de venda e cliente. As empresas devem considerar explorar soluções de comércio unificado e consolidar pagamentos para proporcionar uma experiência mais fluida e ágil para o cliente. A exigência por jornadas de compra flexíveis são tão fortes que podem ajudar na fidelização. Contudo, nem poucos varejistas já estão prontos para o mundo omnicanal. Ainda de acordo com a pesquisa, 61% dos consumidores seriam mais leais a um varejista que os permitisse comprar produtos online e devolver na loja – acima dos 54% em 2020 –, mas apenas 28% das empresas se dizem prontas para prover esses serviços.  2. Programas de fidelidade mais eficazes e guiados por tecnologia Em tempos em que muita gente nem sai mais com a carteira de casa, não faz sentido pedir para que o seu cliente carregue o cartão fidelidade da sua loja pra lá e pra cá – muito menos pedir para que eles carimbem 10 vezes o carnê para ganhar uma refeição de graça. No mundo phygital, o programa fidelidade precisa contemplar online e offline e ser tão prático quanto a experiência de compra.  Dados do Relatório de Varejo mostram que 70% dos consumidores em todo o mundo querem que varejistas usem a tecnologia para tornar seus programas de fidelidade ou recompensas mais fáceis e eficazes. O estudo também destaca uma oportunidade particularmente forte em programas e aplicativos de fidelidade vinculados a pagamentos: 61% dos consumidores fariam o download do aplicativo de um varejista para receber melhores recompensas e 57% teriam maior probabilidade de comprar com uma marca se o programa de fidelidade funcionasse automaticamente através de seu cartão de crédito. 3. Maior consciência ambiental e social Os chamados critérios ESG (Meio Ambiente, Social e Governança) são um fator de decisão cada vez mais importante para os consumidores escolherem com quais marcas querem se relacionar. A pesquisa descobriu que apoiar boas causas e permitir que os clientes façam suas próprias contribuições ajuda a aumentar a lealdade à marca. Dois terços (66%) acreditam que as empresas têm a responsabilidade de garantir que seu estoque seja de origem e produção ética, e 53% preferem marcas que defendem as causas em que acreditam. No entanto, os varejistas ainda têm um caminho a percorrer para atender efetivamente a essas demandas. Enquanto 38% dos consumidores topam pagar mais por um item se as emissões de carbono associadas à produção forem compensadas, apenas 24% das empresas oferecem essa opção. 4. Experiências de compra aprimoradas pela tecnologia  Apesar do aumento significativo das compras online durante a pandemia, ainda há bastante interesse pela experiência na loja física – e os consumidores têm grandes expectativas de que a tecnologia possa ser usada para melhorá-la. Globalmente, 64% dos consumidores dizem que os estabelecimentos físicos são um ponto de contato importante, mesmo que comprem online com o mesmo varejista.  No Brasil, 39% dos consumidores afirmaram que ainda preferem a loja física, e 66% dizem que as marcas devem usar a tecnologia nos pontos físicos para promover experiências melhores. Além disso, 73% dos brasileiros dizem que seriam mais fiéis a uma empresa que lhes permitisse comprar online e devolver em uma loja.  Em um mundo em que a compra online é tão fácil, a loja cada vez mais se consolida como um espaço de experiência de marca. Dessa maneira, portanto, é preciso encontrar maneiras de cativar os clientes, diminuir filas e criar momentos memoráveis. 5. Mais métodos de pagamento e mais flexibilidade Assim como os consumidores querem decidir como e quando comprar, existe também uma exigência de flexibilidade quando o assunto é pagamento. Nos últimos tempos, vimos a chegada das carteiras digitais ao Brasil, a popularização de cartões sem contato, o boom do débito online e a chegada do PIX. Dessa maneira, então, cada consumidor tem o seu jeito preferido de pagar, e os varejistas precisam estar prontos para atendê-los.  Globalmente, 78% dos consumidores esperam poder pagar com os principais cartões e 54% querem ter a possibilidade de utilizar carteiras digitais. No Brasil, 52% dizem que desistiram de fazer alguma compra porque não podiam pagar do jeito que queriam. À medida que os comportamentos dos consumidores direcionam a necessidade de inovação e flexibilidade em um mercado global competitivo. As empresas que conectam seus canais de vendas e aproveitam os dados para entender melhor seus clientes, antecipar suas necessidades e superar suas expectativas serão as que garantirão sucesso e lealdade a longo prazo.

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Experiência do shopper: tendências durante as compras

Tendências na experiência de compra do shopper

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Apostar em uma comunicação visual que encanta, um mix mais especifico e cheio de novidades ajuda a ter mais sucesso nas vendas. Cada vez mais nosso shopper busca por inovações e novas maneiras de encontrar o produto que ele busca. Seja uma experiencia gastronômica, onde ele poderá degustar aquele chocolate preferido num ambiente lúdico e cheio de tecnologias ou até mesmo, num filme que permita que ele sinta os aromas, medo e demais emoções, indiferente da classe social enquadrada, o grande x da questão é: o shopper quer encontrar novidades! E essa vontade não se limita á apenas o mundo gastronômico, tecnológico e digital. Pelo contrário, essa tendência já chegou no ambiente farmacêutico. Imagine que há uns 10 anos, seu cliente levaria o filho para tomar uma injeção e encontraria um ambiente com um aroma capaz de  acalmar o medo de injeção, uma iluminação aconchegante, uma decoração divertida nas paredes e ao final do procedimento, a criança sairia rindo porque não sentiu dor e ganhou o “certificado de princesa”? Difícil imaginar né? Mas essa é uma das tendências que já está sendo aplicada nos ambulatórios das farmácias.  Além disso, nosso shopper se gostar, pode inclusive adquirir o aromatizador e os óleos aromáticos que gostou ao sentir dentro daquele ambiente, visto que nas farmácias atuais, já podemos incluir um setor de terapias alternativas/ produtos veganos – uso oral, cosmético, tópico ou difusor de ambientes – onde nosso shopper poderá encontrar todos aqueles produtos “parabéns free”, veggie, cruelty-free, orgânicos. Essa inclusive é uma das categorias de venda que mais cresceu e ganhou força nos últimos 5 anos, com um crescimento de 130%, segundo a Nielsen. Outra tendência que vem crescendo e tem potencial para crescer ainda mais nas farmácias são as linhas PET. O mercado brasileiro é o terceiro no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos e Reino Unido em consumo de produtos e serviços para animais. Juntando essa informação a experiencia de compra do nosso shopper, que ao entrar na farmácia poderá encontrar artigos para o seu pet como: acessórios, raçoes, linha de higiene, temos aí um cenário que promove experiencia e comodidade ao shopper que é “pai de pet”. Além da experiencia dentro da farmácia, o shopper ainda poderá encontrar uma área exclusiva para deixar seu pet seguro (caso esteja acompanhado dele) nos ambientes externos da farmácia. E para aqueles adeptos aos esportes, como o ciclismo (categoria esta, aliás, que ganhou novos adeptos com a pandemia), poderá encontrar nas farmácias, produtos exclusivos de ingestão e uso na pratica desses esportes. Já algum tempo a linha de suplementos vem sendo explorada no varejo farma, mas com o aumento dos adeptos aos esportes e com a restrição ás academias no período de pandemia, os usuários desses produtos tiveram que mudar sua forma de praticar esportes e a farmácia ganhou com isso, um novo perfil de clientes que passou a encontrar nas farmácias que aproveitaram essa oportunidade de negócio, um ponto seguro para adquirir as suplementações, acompanhadas da orientação de profissionais farmacêuticos especialistas em nutrição esportiva.  Várias farmácias inclusive, incluíram em seu novo layout, uma seção com um mix de produtos muito mais elaborado, com mobiliários destinados a essa classe de produtos e que conversa diretamente com esse público alvo.  Para explorar um dos maiores públicos  que temos nas farmácias – público infantil – a tendência se baseia em proporcionar as mamães shopper, experiencias de compra que visem o cuidado e bem estar da criança; Para isso, os setores infantis passam a ser elaborados pensando em como proporcionar soluções para os desafios que as mães trazem.  Um exemplo disso, é a colocação de balanças embutidas no mobiliário de parede do setor infantil ( a mamãe vai buscar o leite da criança, por exemplo, e pode já verificar o peso do seu filho), crianças que voltarão as aulas presenciais e poderão encontrar entre os acessórios disponíveis, copos, suportes, lancheiras, além de alimentos nutritivos; Acessórios como chinelos, camisetas com proteção uva/uvb também estão inclusos no mix deste setor, principalmente em farmácias localizadas no litoral brasileiro ou em cidades turísticas.  E para aqueles que irão presentear a nova mamãe, as farmácias atuais promovem as famosas “listas de presente/chá de bebe”, onde a mamãe escolhe os itens que gostaria de ganhar, os convidados adquirem na farmácia escolhida e a futura mamãe ainda poderá ganhar alguns benefícios por ter escolhido a farmácia! Assim como as listas online de presentes de casamento (que sempre fizeram sucesso nas lojas físicas e virtuais), as listas de chá de bebe estão se popularizando nas farmácias brasileiras! Outro ponto importante nas novas tendências, é a preocupação com o fluxo do cliente dentro da loja. Que as farmácias já deixaram de ser apenas pontos para aquisição dos medicamentos, isso já sabemos! Mas a inovação atual é pensar em garantir o maior tempo de experiencia possível dentro da farmácia, criando setores que “encantem “nosso shopper e aumente o tempo de permanência do mesmo. Com isso, o shopper consome mais e a farmácia reduz a incidência de “pontos frios” (pontos onde o produto exposto não vende tanto quanto poderia vender se o fluxo de clientes neste local fosse maior). Esse efeito pode ser conseguido com modelos de farmácia que priorizam o fluxo único ( apenas uma entrada e uma saída) , onde nosso shopper passa ao longo do caminho percorrido, por todos os setores da farmácia e nela encontra de forma muito bem posicionada, as categorias de higiene, perfumaria e beleza, contendo desde mobiliários com comunicação visual que encanta, a um mix mais especifico e cheio de novidades do ramo de cuidados e beleza. No quesito “aparência”, surgem aí 3 tipos de farmácias: as tradicionais ( com os tradicionais mobiliários e mix de produtos), as farmácias boutique ( onde o foco está nos produtos cosméticos, cuidados da saúde, consciência corporal e muito paisagismo na sua proposta) e as farmácias populares ( que investem na experiencia econômica que o shopper poderá ter, comprando em

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11 dicas para oferecer boa experiência na sua farmácia

11 dicas para oferecer a melhor experiência e ter sucesso nas vendas da sua farmácia

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Na última terça-feira (15) foi comemorado o Dia do Consumidor, data em que entrou em vigor o Código de Defesa do Consumidor, tornando o Brasil o país pioneiro em orientações para consumidores que eventualmente se sentiram lesados numa relação comercial. Sabe-se que, quanto melhor a experiência do cliente, maiores são as chances de eles se tornarem clientes fiéis e, ainda, promoverem a marca. Veja 11 dicas de especialistas do setor sobre como oferecer aos consumidores experiências inesquecíveis na hora da compra: 1.Seja transparente e mensure a experiência do seu cliente Para o CEO e cofundador da SoluCX, Tiago Serrano, empresa de pesquisa de satisfação e NPS no Brasil, transparência é uma das chaves para que o cliente fique por dentro do que pode acontecer e, assim, gerar uma relação de confiança entre ele e a marca. “Seja transparente com ele, pois ele está esperando um padrão e você precisa ser sincero que talvez esse padrão nem sempre vai poder acontecer. Além disso, o cliente percebe quando está sendo enganado e, automaticamente, isso resulta em uma experiência negativa”, comenta. Serrano aponta que o uso de métricas para mensurar o que o cliente está dizendo a seu respeito é fundamental, pois, desta forma, ele entende que sua opinião está sendo levada a sério. “Caso contrário, você pode gerar uma frustração e perder esse cliente, que ainda pode se transformar em um cliente detrator, que irá falar mal de você no mercado, e tirar possíveis novos clientes”, explica o CEO. 2. Reduza as etapas de compra De acordo com o anuário da CX Trends 2022, realizado pela Octadesk em parceria com a Opinion Box, 32% dos participantes afirmam que um dos principais motivos que levam à desistência da compra é a quantidade de etapas e informações pessoais solicitadas pelos aplicativos ou site até o carrinho final. O CEO da Octadesk, Rodrigo Ricco, afirma que as empresas devem analisar o tempo que o processo leva desde a seleção do produto até o carrinho. “Este é um ponto de queixa em comum entre os participantes da pesquisa. A loja precisa pensar se todas as etapas e informações solicitadas são estritamente necessárias. É essencial revisar a jornada do consumidor e diminuir todas as fases possíveis até o carrinho”, recomenda. 3. Atendimento personalizado ao cliente como prioridade Quem gosta de ter uma experiência negativa como consumidor? Para Bruno Stuchi, CEO da Co.Aktion, seja buscando informação, durante uma compra ou, talvez as piores experiências que recordamos durante um atendimento, ficam marcadas no relacionamento com a marca. “Prover uma boa experiência ao cliente é usar a empatia na hora de criar processos, implementar soluções e treinar a equipe, esta que precisa estar capacitada para também ser empática. Sendo assim, a dica é a cada iniciativa que impacte o cliente, pergunte-se: “Você como consumidor(a), como se sentiria com esta interação?”. Se a resposta for “feliz” ou “bem”, sua iniciativa tem boas chances de dar certo”, explica. 4. Invista em experiência móvel Com a ascensão do uso dos dispositivos móveis, smartphones e tablets se tornaram mais um canal de compra. Para o country manager da CM.com, empresa holandesa líder em comércio conversacional (ConvComm), Ronald Bragarbyk, as marcas devem ficar atentas à forma como os clientes querem conversar. Uma pesquisa realizada pela Meta mostra que cerca de 80% dos consumidores preferem se comunicar por meio de canais de mensageria. “É extremamente importante fornecer uma experiência móvel de comunicação que seja no canal preferido do cliente, seja por WhatsApp, Instagram, Messenger, SMS ou E-mail, mas sempre baseado em dados e no comportamento digital do usuário. Investir em soluções como o Mobile Marketing Cloud, permite que as empresas criem campanhas de marketing personalizadas, apoiando-se em dados das práticas online do consumidor. Dessa maneira, você impacta uma audiência que tenha interesse na oferta de seus produtos e serviços”, explica o especialista. Ronald ainda ressalta a importância do uso da inteligência de dados como o CDP (Customer Data Platform) para fazer campanhas e comunicações segmentadas e personalizadas, de acordo com interesse do consumidor. Assim, é possível criar uma conexão mais profunda entre a marca e o cliente garantindo uma experiência memorável 5. Tenha um planejamento estratégico bem estruturado O CEO da vhsys, empresa de tecnologia que desenvolve plataforma de gestão para micro e pequenas empresas, Reginaldo Stocco, reforça que, para não deixar de aumentar suas vendas em datas como esta, é fundamental a elaboração de um planejamento bem estruturado,  e a dica é contar com um sistema de gestão que permita uma visão completa do seu negócio e auxilie nas análises. “O Dia do Consumidor é um evento super importante para o comércio brasileiro, além de ser uma oportunidade para as empresas, sejam elas varejistas ou não, de oferecer benefícios e vantagens aos seus clientes. Por isso, a organização e o planejamento são essenciais nesse processo, para que consiga atender ao aumento da demanda e também à experiência do cliente. Desta forma, é possível evitar imprevistos e prejuízos neste período para não desapontar o consumidor. 6. Acompanhe as novidades e tendências do mercado Conforme a tecnologia avança, muitos serviços ganham novas versões ou novos produtos. Os meios de pagamento são um bom exemplo, além do Pix, que já é conhecido por boa parte do público, o Buy Now Pay Later (BNPL) ou Compre Agora Pague Depois é tido como a evolução do crediário e vem crescendo entre os brasileiros por ser fácil, seguro e democrático. Com ele, os clientes não precisam ter cartão de crédito ou limite disponível para realizar uma compra e pagar de forma parcelada. “Isso aumenta e melhora a experiência do cliente no seu negócio. Além de oferecer um serviço novo e inclusivo, é possível atingir um novo tipo de público que antes não conseguia fazer compras parceladas ou tinha que esperar conseguir o valor integral do produto para comprar. Com o Provu Parcelado, por exemplo, qualquer pessoa pode comprar itens de valores mais altos e pagar em parcelas que cabem no bolso via boleto bancário”, diz a gerente Sênior de Customer Excellence na Provu,

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Feira Agafarma: GAM participa e leva novidades

GAM leva novidades à Mega Feira Agafarma

A GAM participou no último fim de semana, dias 12 e 13 de março, de mais uma edição da Mega Feira Agafarma, Feira de Negócios exclusiva para associados da rede e que foi realizada em Porto Alegre. Nos últimos três anos a GAM participou da iniciativa como patrocinadora master do evento. “A Feira tem o principal objetivo de gerar negócios com o varejo farmacêutico, sendo a Agafarma uma rede com mais de 400 lojas afiliadas e de grande relevância para o mercado do Rio Grande do Sul. Além do grande sucesso nas negociações, este ano levamos a novidade de uma experiência com os óculos de realidade virtual”, comenta o gestor do Canal Farma, Cesar Augusto Klaumann. “Foi uma interação muito importante entre os participantes e que garantiu que Alicia, da loja Agafarma 816, conquistasse o primeiro lugar no game”, complementa Cesar. Por meio desta experiência que o cliente vivenciou ao se conectar com a GAM, é possível perceber que, na GAM, o futuro é um universo de possibilidades pronto para ser explorado e este foi um dos grandes diferenciais do evento. De acordo com o supervisor, em 2022, a GAM apresentou o melhor resultado de todas as participações. “Esse evento vem para consolidar grandes parcerias com clientes e indústria, a participação em equipe e principalmente a concretização desse conjunto em resultado”, reforça. Além da Mega Feira Agafarma, a GAM já participou em 2022 da Feira Líder Farma, em Machadinho – SC, e também da Feira Cooperfarma, em Foz do Iguaçu, PR.

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