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Sete tendências digitais para 2022

Sete tendências digitais para 2022

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Depois da acelerada digitalização global por conta da pandemia, sete tendências digitais foram citadas com potencial para ganhar ainda mais força em 2022. Depois de dois anos de uma aceleração insana na digitalização global por conta da pandemia do coronavírus, sete tendências foram citadas em um relatório feito pela CI&T, com potencial para ganhar ainda mais força em 2022. 1. Análise de dados Entender o consumidor, analisar dados e ter uma visão geral dos clientes, já é uma estratégia consolidada no meio digital. Além de proporcionar experiências melhores, é possível prever vendas e gerenciar melhor os estoques usando os dados. Com a sinergia entre o gerenciamento de estoque e a demanda e procura, o risco de um determinado produto se esgotar em poucas horas, é muito mais difícil. 2. Mensuração da experiência do cliente Pesquisas de satisfação podem sim ser um ponto de partida para mensurar a satisfação do cliente, mas elas sozinhas não são o suficiente. Entenda a necessidade do seu cliente e crie projetos que otimizem a experiência do cliente. Para isso, use uma abordagem mais abrangente para a mensuração e análise. 3. Foco nas nuvens Utilizar nuvens públicas para oferecer produtos e serviços de última geração faz parte da tecnologia de transformação digital. Mesmo que a implementação de lift-and-shift, armazenamento de dados e recuperação de desastres sejam trabalhos muito valiosos, a verdadeira vantagem competitiva vem da utilização da nuvem para impulsionar a inovação. 4. IA não é um assunto novo Para quem ainda acha que a Inteligência Artificial é o assunto do momento, está atrasado ou parado no tempo. O assunto é estudado desde a Segunda Guerra mundial e hoje colhe os frutos de muita pesquisa e teste. A IBM chama isso de “possivelmente a tecnologia mais poderosa à qual as empresas já tiveram acesso”. Pense na implementação da IA precisa de cuidados constantes e de muita atenção, com tendências e falhas arriscadas, mostrando quais caminhos devem seguir. 5. Everything as-a-Service (XaaS) Esse método as-a-service, está fazendo com que empresas entreguem quase tudo. Organizações B2B, por exemplo, oferecem ofertas usando o XaaS. Essas ofertas são feitas para criar serviços personalizados que atendam às necessidades de cada cliente, com um valor que faça sentido para ele. O principal objetivo das ofertas XaaS é aumentar o valor para o cliente. 6. Equipes multiculturais A mistura de raças, experiências, nacionalidades, gêneros, culturas, sem a menor dúvida vão trazer a uma inteligência além do que se pode notar a curto prazo. O aproveitamento dessa mistura multicultural, além de construir uma cultura corporativa que valoriza a diversidade e o respeito, é na resolução de situações que o grupo pode colaborar com seus conjuntos de competências. 7. Transformação sustentável Que o consumidor está mais exigente quando se trata de meio ambiente, não é mais novidade. A sustentabilidade é sim a onda do presente e empresas de várias categorias diferentes já se preocupam em intensificar seus esforços para o impacto ambiental não seja ainda pior. Os consumidores, especialmente os mais jovens, estão exigindo mudanças por parte das empresas. Mais de três quartos dos consumidores britânicos de alimentos boicotaram determinados produtos com base nos padrões ambientais de uma marca, enquanto sete em cada dez pessoas das gerações Y e Z dizem que pagariam mais por ofertas ecológicas e sustentáveis.

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5 meios de pagamentos digitais para o varejo farmacêutico

5 meios de pagamentos digitais para o varejo farmacêutico ficar de olho em 2022

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. De superapps a pagamentos por voz, especialista em inovação e transformação digital aponta as tendências mais quentes para aprimorar a experiência do cliente na hora de pagar a conta Melhorar a jornada de consumo do cliente, superapps, open banking, mobile wallets e pagamentos digitais ou por voz. Estas serão as tendências mais quentes para o varejo brasileiro ficar de olho no próximo ano quando o assunto for propiciar novas vias de pagamento ao consumidor, de acordo com o Certsys, companhia de TI, especialista em inovação e transformação digital. “Todos sairão ganhando! Para as empresas trará a possibilidade de realizar transações com agilidade, além de alavancar a competitividade no mercado. Já para o consumidor, fora o quesito facilidade, essas novas frentes promoverão a inclusão e o poder de compra, já que mais gente estará pronta para o consumo”, explica o Chief Revenue Office (CRO) da Certsys, Wander Cunha. Um estudo realizado em conjunto pelas consultorias PwC e Strategy&, aponta que o número de transações sem dinheiro em espécie na América Latina deve aumentar em 52% até 2025 e, depois, em 48% até 2030. Acrescido a este cenário, tem, portanto, o fato da pandemia do coronavírus alterar a forma com que os brasileiros pagam as suas compras. “A digitalização reduz a passos largos o uso de cheques e dinheiro em espécie, que são ineficientes, tem maiores riscos de fraudes e furtos, e demandam estruturas onerosas de segurança física e transporte de dinheiro. Em 2022, o varejo terá essa consciência de maneira prática, excluindo estes e outros gargalos que tracionam o onboarding do stakeholder”, completa Cunha. De acordo com a Certsys, os cinco principais meios de pagamento serão: 1. Unificação da jornada do cliente é uma das tendências de pagamentos digitais Um único gateway de pagamentos inteligente e uma experiência do cliente integrando o online com o offline de forma fluida e eficiente. Esta proposta é, portanto, uma evolução que traz diversos ganhos de eficiência e produtividade ao mesmo tempo que fideliza os clientes. Todavia, inda não vê este nível de integração com frequência no varejo. Lembrando que 75% dos millenials estão dispostos a pagar mais por melhores experiências, segundo dados da PwC. Ou seja, quanto mais ágil a experiência maior será o encanto do consumidor pela marca/empresa. 2. A popularização do pagamento por super aplicativos como o WhatsApp  Atrelado a uma interação por inteligência artificial eficiente, isto pode transformar a experiência de pagamento do cliente antes, durante e depois. Desenvolver, então, aplicações focadas nesses super aplicativos pode ser de suma importância para atração de consumidores no futuro. 3. Open banking  Permitirá a criação de fintechs ainda mais poderosas, que poderão analisar o cliente, resolver o crédito, realizar créditos de fidelidade e processar o pagamento em uma mesma operação. No entanto, é muito importante entender e prever como será o ecossistema de empresas que será criado com a disseminação do open banking. Dessa maneira, parcerias corretas também podem gerar um impacto direto em resultados. 4. Mobile wallets Já presentes no mercado, em 2022, este modelo expandirá em funcionalidades. Private Labels de wallets, por exemplo, podem trazer novas oportunidades para fidelização e exploração de serviços financeiros. Neste caso poderá integrar a mobile wallet com os sistemas de loja e do e-commerce para transações imersivas, envolvendo pagamentos, cash-backs e formas de crédito inovadoras. 5. Pagamentos por voz Outro tipo de biometria que ficará cada vez mais viável nos próximos anos, melhorando a experiência e reduzindo o volume de fraudes. Preferência de brasileiros por compras feitas por dispositivos móveis cresce mais de 30%  Fonte: Mundo do Marketing

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Boa experiência de compra é o desejo de 77 dos brasileiros

Boa experiência de compra é o desejo de 77% dos brasileiros

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. 92,7% dos consumidores analisam que o bom atendimento ainda é o grande diferencial e, no geral, a comunicação prevalece como essencial Um bom atendimento tem muitos reflexos nas marcas e é um dos quesitos de fidelização de consumidores e também na experiência compra. Uma pesquisa da Hibou – empresa de monitoramento de pesquisas – falou com mais de 1700 brasileiros sobre o quanto o atendimento impacta na hora da compra. 92,9% dos consumidores analisam que o bom atendimento ainda é o grande diferencial. A escuta nos canais de atendimento foi apontada por 95,4%, que deseja ser ouvido pelo atendente da marca. A tríade “qualidade x custo/benefício x atendimento” se mantém em alta. Todo consumidor busca qualidade na sua compra (98%) e consideram o bom custo x benefício (94,9%) entendendo, portanto, o que faz sentido para que a qualidade esteja presente. Já 77% desejam ter uma boa experiência de compra, o que para 65,6% pode incluir o atendimento via multicanais. Além disso, durante a escolha dos produtos e serviços, 90% ficam de olho na facilidade de uso/instalação; 83,7% analisam o preço pago; 82,7% observam a garantia; 81,7% valorizam a rede de assistência técnica. No atendimento direto, com o time de vendas na linha de frente, 49,5% dos brasileiros acreditam que os colaboradores podem impactar por completo a experiência de compra do consumidor em qualquer canal de contato ou em diferentes momentos da jornada de compras. Uso da tecnologia A tecnologia ajuda, no entanto, para 54,8% dos brasileiros ter um relacionamento humanizado e constante seria muito importante, pois apenas 35,9% enxerga isso acontecendo nesse momento, ou seja, existe um GAP entre a expectativa e o que o consumidor percebe com a realidade atual. Essa é uma oportunidade para marcas se posicionarem. Isso também acontece sobre o histórico de atendimento disponível para os atendentes é um desejo para 32.7% dos brasileiros mas é visto como realidade para menos da metade deles (14,3%). O combo ideal para um atendimento excelente Em destaque estão a boa comunicação, clareza e educação entre a marca e o consumidor. Um atendimento que explique de maneira clara sobre o assunto é determinante para 95,6%; 95,4% quer ser ouvido e entendido pelo atendente. 95,1% acreditam que o atendente deve conhecer bem o produto/serviço com o qual trabalha. 92,6% quer que haja clareza em relação às vantagens e desvantagens de um produto. 90,6% busca por agilidade para resolver dúvidas. 74,2% quer receber sugestões pertinentes ao que está perguntando. “Os clientes buscam um atendimento que aconteça de forma clara e ágil, querem ser ouvidos sobre suas necessidades e esperam que os canais estejam preparados para responder a dúvidas, dar sugestões e solucionar os problemas com praticidade e consistência. Neste sentido, as marcas devem oferecer equipes bem treinadas que entendam o consumidor”, afirma a CEO da Hibou e coordenadora da pesquisa ,Lígia Mello. A educação e o respeito estão no topo da lista do bom atendimento. Ee, caso passem por situação de grosseria ou malcriação, 65,5% dos brasileiros evitariam fazer negócios com tal marca. E 48,5% não voltariam a lugares que não tenham um atendimento, então, amigável. As marcas estão preparadas? Todavia, para 61,7% dos brasileiros as empresas ainda não estão totalmente preparadas para atender os consumidores. “E é importante estar atento a este ponto, pois o atendimento excepcional é capaz de fidelizar os consumidores”, diz Lígia. 42,5% dos brasileiros se mantêm cliente de alguma marca em função do atendimento oferecido, ou seja, o cuidado gera fidelidade. Os segmentos de alimentos e bebidas (10,1%), marketplaces (9%) e moda (8.7%) estão no topo desta lista. Por outro lado, na visão dos consumidores, alguns setores, no entanto, até melhoraram sua postura de atendimento. No entanto, a grande maioria se mantém no topo entre os mais difíceis, portanto, de se relacionar. Para 47,1% são as operadoras de cartão de crédito; 29,2% consideram os bancos e operadoras de cartões de crédito; 28,9% é o poder público; 27% são os provedores de TV a cabo/internet fixa, entre outros. “A reputação positiva das marcas é alcançada a partir das percepções dos consumidores cada vez mais atentos e que estão em curva de aprendizado para não se tornarem reféns de uma só marca. É neste momento que a concorrência e novos players podem aproveitar a oportunidade, treinar sua equipe, garantir boa reputação e conquistar clientes fiéis. A perda de compras recorrentes após reclamações ou falta de atendimento pode afetar os ganhos de uma empresa, além de acabar com sua boa avaliação no mercado”, analisa Lígia. Certamente a percepção do atendimento é crucial na fidelização e retenção de clientes e na recorrência de compras. Mais da metade dos consumidores (53,7%), simplesmente muda de fornecedor após ser mal atendido; eles também compartilham com os amigos e colegas sobre a má experiência (45%); fazem uma reclamação no mesmo momento (42,6%); reclamam por outros canais de atendimento da empresa (26,3%); e publicam nas redes sociais sobre a experiência ruim (16,9%). Marketing boca a boca ainda funciona? As indicações e as opiniões de outros compradores influenciam na escolha e também na compra. Atentos, 58,3% dos consumidores recorrem às avaliações em portais de reclamação de consumidores; 47,8% avaliam as notas baixas junto aos outros consumidores. Eles também evitam fazer negócios com marcas que aparecem na mídia em algum escândalo de corrupção (47,1%); empresas em que os canais de atendimento sejam ineficientes (44,6%); marcas em que exista acusação de assédio (42,7%); empresas nas quais os funcionários estão despreparados e não sabem sobre o produto/serviço que vendem (41,1%), entre outros fatores. Todavia, pós-venda é afetado, pois ao passar por dificuldades nos atendimentos, 35,6% desistem da compra a partir de um mau atendimento. E mesmo que 51,3% dêem oportunidades para as marcas, após passarem, portanto, por 2 ou 3 experiências ruins, logo há perda de confiança e desistência da compra. Enquanto 12,3% deixam de consumir após várias experiências ruins. “Apenas 0,9% mantém as compras com a marca mesmo colecionando más experiências, o que é um número pequeno!”, destaca Lígia. “Investir em um bom atendimento

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Líder na farmácia: sete orientações para ser um bom profissional

Sete orientações para se tornar um líder na sua farmácia

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Como desenvolver qualidades que levem à liderança? O diretor geral da Farmarcas, Paulo Roberto O. da Costa, explica Em mercados competitivos, são muitos os pontos que devem estar ajustados para a obtenção do sucesso. Para que esses aspectos fiquem alinhados ao objetivo do negócio, a presença que se mostra fundamental é a do líder. Mas quem realmente é essa figura? E como desenvolver qualidades que levem à liderança? Certa vez participei de um treinamento que falava que o líder é aquele que os demais elementos de um sistema optam por seguir, podendo ser no ambiente familiar ou profissional. E, em função disto, grande parte do sucesso do grupo depende da atuação desse líder e de como ele está capacitado para levar o grupo para a direção do sucesso. Com base nessa mensagem cabe uma reflexão, hoje muitos se apressam em querer exercer imediatamente a função de liderança. E, nesse momento, já ocorre um primeiro erro: Um líder não é imposto, ele conquista seu espaço junto aos liderados. É por isso que, no mercado, existem muitos chefes e poucos líderes. Outro erro muito comum é acreditar que manter o caminho que todos acham ideal é o certo, a famosa política da boa vizinhança. Na realidade, estar à frente de um grupo, muitas vezes, é ser contestado em suas decisões, mas saber que o rumo a ser tomado é de extrema importância para chegar aos objetivos finais. Veja as dicas que preparamos para você se tornar um bom líder: O primeiro ponto do líder é a paixão, pois, ao ver que ele realmente realiza suas ações com prazer, os liderados acreditarão no projeto. Se isso não ocorre, não haverá inspiração e entusiasmo. Não pense apenas na popularidade, pois muitos profissionais podem confundir os papéis de amizade e liderança. Na verdade, o líder deve ser um guia que todos querem caminhar junto. É especialmente nas dificuldades que um líder se destaca, mostrando os caminhos certos a serem seguidos. Sinceridade e ética são essenciais. É fundamental ser um profissional em que as pessoas confiem. Também é relevante demonstrar maturidade, com base em experiências passadas e teóricas, pois a busca pela melhoria e reciclagem deve ser contínua. O líder não é perfeito, mas busca sempre se aprimorar. Ninguém sabe tudo e todos possuem muito a aprender. O líder sabe que deve ouvir os liderados e ter uma troca saudável de ideias. Estar à frente é, muitas vezes, não ter medo de arriscar. Um líder que não busca o diferente está fadado a ser ultrapassado. É fundamental que se tenha audácia e posicionamento de opinião. Também é preciso assumir responsabilidade e culpas. Autoconhecimento e autocontrole são fundamentais, pois se deve saber os próprios limites e a hora de se retirar para que não prejudique o projeto. Um grande problema das lideranças pode ser o ego, que leva a uma perda de controle. É preciso estar pronto para mudar de rota sem perder o foco, conduzindo sua equipe nas mudanças do mercado. Uma boa comunicação é fundamental. Um dos grandes erros dos “chefes” é não deixar claro para a equipe os caminhos tomados. É preciso saber se posicionar, fazer reuniões e convencer. Capacitação e troca de experiências são o caminho para a excelência Não existe caminho melhor para se tornar um grande líder do que a capacitação. Cursos, treinamentos, workshops e a troca de experiências com outros profissionais do ramo são essenciais para a construção de um novo profissional, capaz de coordenar uma equipe e caminhar para a evolução. Fonte: Diretor geral da Farmarcas, Paulo Roberto O. da Costa

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5 dicas para melhorar a experiência do cliente no e-commerce

5 dicas para melhorar a experiência do cliente no e-commerce da sua farmácia

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. CEO e fundador da SoluCX, Tiago Serrano explica como aproveitar o aumento das vendas online para estreitar o relacionamento com o consumidor. De acordo com dados da Receita Federal, o faturamento real do e-commerce no Brasil, que desconta a inflação, cresceu 37% em 2020, totalizando R$ 224,7 bilhões e os brasileiros estão cada vez mais adeptos à terem essa experiência. Nesse cenário, muitas empresas concorrem entre si pela atenção do cliente, que passou a ter mais opções de produtos e serviços, além de acesso a comparação de preços e reputação da empresa. Pensando nisso o CEO e cofundador da SoluCX, empresa de pesquisa de satisfação e NPS, Tiago Serrano, separou cinco dicas para auxiliar na implementação de práticas que podem diferenciar o negócio e estreitar o relacionamento com o consumidor.  1. Segmentar seus resultados de satisfação por região e/ou parceiro logístico De acordo com a última pesquisa da SoluCX que monitora o sentimento dos consumidores em relação às marcas no segmento de e-commerce, 14,9% dos clientes não estão satisfeitos com os prazos de entrega das compras online. Frente a isso,  as marcas que segmentam suas operações de forma regionalizada, a fim de identificar onde estão os principais gargalos logísticos da operação, têm mais chances de estabelecer uma boa relação com o seu público. Uma vez que, dessa forma, é possível conhecer a fundo as diferenças regionais e como está o desempenho dos seus parceiros nas entregas dos produtos.  2. Ter uma métrica de satisfação transacional como parte da jornada do cliente Algumas métricas conhecidas e bastante utilizadas no mercado são o NPS (Net Promoter Score), que avalia a satisfação do cliente na experiência como um todo. O CSAT (Customer Satisfaction Score) ou “Likes & Dislikes”, onde é possível mensurar a satisfação em pontos específicos da jornada; E também o CES (Customer Effort Score), utilizado para medir o esforço e resolução de um problema ao realizar uma tarefa não esperada. Como, por exemplo, a troca de um produto, reembolso, defeito ou mesmo uma simples ligação na central de atendimento.  Manter essa rotina de medição, permite que as empresas descubram mais rápido um possível problema e, por consequência, resolva possíveis insatisfações antes que elas virem uma barreira no consumo do cliente e promovam perfis “Detratores”, que são aqueles que fazem propaganda negativa de um determinado produto ou serviço. 3. Escalar a tratativa dos clientes A rotina de ouvir os clientes, porém, vai além de simplesmente colher impressões sobre os serviços. A partir do feedback, seja ele positivo ou negativo, é fundamental a implementação de um sistema de tratativa do cliente. Ou seja, além de responder ou fazer contato com algum cliente, escalar essas respostas para todas as transações ajuda no aumento da qualidade de toda a jornada de consumo. Para isso, é necessário, então, o apoio de soluções tecnológicas para ouvir, segmentar, direcionar os responsáveis e tratar os clientes de forma ágil e que realmente resolva o seu problema. 4. Premiar os clientes que ajudaram na melhoria de processos com base na sua opinião ou sugestão Para Serrano, uma estratégia de e-commerce que tem se tornado bastante comum entre as empresas com as melhores práticas é o reconhecimento dos clientes que ajudam na avaliação dos serviços. “Retribuir as avaliações com brindes, prêmios, descontos ou algum atrativo exclusivo aos consumidores que, por meio de sugestões, opiniões ou críticas, contribuíram para melhoria de algum processo da sua operação, mostra que a disposição não era apenas em ouvir, mas reconhecer o erro e melhorar os serviços”, comenta Tiago. Essa é uma forma de resgatar, por exemplo, um cliente detrator que passou por uma experiência ruim e que,  por meio da pesquisa de satisfação, ajudou na melhoria de algum processo e adoraria ser comunicado e convidado para uma nova experiência. 5. Transformar a cultura da empresa, tornando todas as áreas centradas no cliente Realizar transformações na cultura de uma empresa ou organização não é uma tarefa fácil. Principalmente se ela já está, então, enraizada no dia a dia dos colaboradores. Por isso, para disseminar uma cultura centrada no cliente em empresas que não possuem esse foco, é necessário que seja feita uma estratégia de e-commerce que busque o alinhamento de todas as áreas da organização com o conceito de centralidade no cliente.  “Assim, é fundamental que ações e tarefas voltadas para a disseminação dessa cultura sejam delegadas para todas as áreas da organização, de forma que todas estejam envolvidas e alinhadas na busca de um objetivo em comum, sem deixar que uma ou duas áreas tenham a responsabilidade de implementar essa mudança sozinhas”, pontua Serrano. Veja também: Farmácia Online: por que e como investir em uma loja virtual?

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WhatsApp ajuda a transformar a jornada de compras no Brasil

WhatsApp ajuda a transformar a jornada de compras no Brasil

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Análise da Kantar aponta que pedidos realizados pela plataforma figuram entre as preferências da classe C e de consumidores mais maduros. A pandemia de Covid-19, o isolamento social e fatores como desemprego, queda do poder de compra e auxílio emergencial, influenciaram diretamente a dinâmica de consumo dos brasileiros, que estão recorrendo muito mais ao ambiente online para fazer compras. Nesse contexto, o WhatsApp teve um papel importante durante, então, o segundo trimestre de 2021 e vem ajudando a democratizar o e-commerce no País. A constatação está na mais recente edição do Consumer Insights, estudo produzido pela Kantar,  que se refere ao segundo trimestre de 2021. A análise mostrou também que 47% do volume comprado na plataforma de mensagens foram feitos por pessoas da classe C. Além disso, o aplicativo ganhou força entre os consumidores mais velhos, já que 33% das pessoas que o usaram em suas jornadas de compra têm mais de 50 anos. Dessa maneira, a plataforma de mensagens se destacou diante de outros meios de comércio eletrônico em compras urgentes e não planejadas. As categorias mais procuradas por meio dela foram água mineral, refrigerantes, sabonetes, biscoitos e massa tradicional. WhatsApp e as compras O levantamento também ressaltou outras tendências importantes relacionadas à jornada de compra do público brasileiro. Canais com menos repasses de preço, por exemplo, passaram a atrair, então, mais compradores. Levando também a uma maior procura de marcas mais baratas – com destaque para o Pequeno Varejo de Autosserviços, o mais relevante durante o trimestre. Além disso, o cenário de pressão inflacionária, associado à deterioração da renda, aumento do endividamento das famílias e à persistência de patamares elevados de desemprego, desacelerou as compras de abastecimento, Dando, portanto, espaço a compras menores com tíquetes intermediários e diminuição do número de categorias no carrinho de compra.

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LGPD nas farmácias setor precisa se adequar as novas normas

LGPD nas farmácias: adequação do setor às novas normas deve seguir algumas particularidades

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Em vigor desde setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) está se tornando popular e as farmácias e, mesmo que o consumidor adquira um simples lencinho de papel na farmácia, acaba tendo que informar pelo menos seu número de CPF. E aí surge a dúvida: “o que será feito com este dado?”. Pelo fato de coletar vários dados pessoais (nome, CPF, telefone, endereço e outros), inclusive dados pessoais sensíveis (relacionados à saúde), o ramo farmacêutico acaba chamando a atenção dos consumidores com relação à proteção de dados oferecida pela nova lei. Sobre as obrigações legais da LGPD nas farmácias Existem casos em que a farmácia é obrigada a coletar dados pessoais dos seus clientes, conforme determinado pela Portaria nº 344 de 1998 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por exemplo, no caso da compra de medicamentos que possuam como base substâncias entorpecentes, psicotrópicas, retinóicas para uso sistêmico e imunossupressores. Estes somente podem ser comercializados mediante o fornecimento de nome, número do documento de identificação, endereço completo e telefone do comprador. Obrigando, então, as farmácias a coletar essas informações dos seus clientes. Por outro lado, produtos de perfumaria e higiene, por exemplo, não estão amparados por essa mesma obrigação legal. Nestes casos, então, é comum que as farmácias solicitem e armazenem dados pessoais bem como o histórico de compras apenas para traçar perfis e preferências, a fim de oferecer descontos e ofertas personalizadas aos clientes. É comum, inclusive, usar os dados para direcionar campanhas de Marketing de acordo com cada pessoa. Nestes casos, é necessária a obtenção do consentimento do consumidor, deixando-o ciente da finalidade da coleta dos dados solicitados. CPF Preocupado com essa obtenção de dados pelas farmácias, o Deputado Alex de Madureira (PSD) apresentou o Projeto de Lei nº 1212 de 2019 que foi convertido na Lei estadual nº 17.301 de 2020. A referida norma proíbe as farmácias e drogarias de exigir o CPF do consumidor no ato da compra, sem informar de forma adequada e clara sobre a abertura de cadastro ou registro de dados pessoais e de consumo, que condicionam a concessão de determinadas promoções. De acordo com o deputado, no Estado de São Paulo, nada se vende hoje sem o fornecimento do CPF do consumidor, sendo nítida a intenção de captar esse dado. Para ele, “a abusividade revela-se gritante e ofensiva aos direitos básicos do consumidor conforme está prevista nos artigos 43, parágrafo segundo e 56 do Código de Defesa do Consumidor”. O Estado foi o pioneiro nessa tratativa em relação às farmácias. Departamento jurídico Por sua vez, Francisco Rodrigues, representante jurídico da Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), explica que “tudo o que envolve coleta, produção, uso, acesso, arquivamento, compartilhamento e exclusão de dados dos pacientes deverá passar por uma readequação”. Para ele, as empresas devem ajustar suas estruturas comerciais e de tecnologia da informação, além de estarem 100% alinhadas com seus departamentos jurídicos. Afinal, quem não estiver preparado poderá ser multado. Tarefa trabalhosa Adequar-se às normas de proteção de dados não é uma tarefa fácil para o ramo farmacêutico. A LGPD não impede nenhuma empresa de realizar o tratamento de dados dos consumidores. No entanto, estabelece que a coleta seja precedida de transparência, para que o cliente saiba com quem seus dados são compartilhados e o que, de fato, é feito com eles. Portanto, é importante que as farmácias contem com um escritório de advocacia especializado na área e com um departamento de TI com foco em segurança da informação, para que a adequação à LGPD seja realizada de forma correta. Fonte da matéria: Lucélia Bastos Gonçalves Marcondes- advogada no escritório Rücker Curi Advocacia e Consultoria Jurídica e atuante em Proteção de Dados.

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Protetor solar como potencializar as vendas no inverno

Como potencializar as vendas de protetor solar na sua farmácia no inverno?

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. O inverno não costuma ser a estação mais promissora para a venda de proteção solar, mas isso não significa que a categoria deve ser esquecida. Confira as dicas da sócia diretora da Mind Shopper, Alessandra Lima, para potencializar as vendas de protetor solar na sua farmácia durante o inverno. Motivos da compra: embora o consumo de protetor solar continue crescendo, seu uso ainda está muito concentrado durante a sazonalidade. Sendo assim, a compra ocorre, basicamente, por dois motivos: proteção, que reflete a maior preocupação das pessoas com os danos causados pelos raios solares; ou prevenção, que está ligado à vaidade e aparência de médio e longo prazos. É uma compra planejada, sendo de abastecimento para os itens faciais e ocasional para os produtos corporais. Importância do canal farma: a boa notícia é que o shopper tem preferência em realizar essa compra no canal farma, por ter a percepção de existir mais variedade de produtos, principalmente para o rosto. Além da sazonalidade: diante desse cenário, a primeira dica para potencializar as vendas dos filtros solares com a chegada da temporada de outono-inverno é ressaltar a importância de seu uso diário em qualquer época do ano, inclusive pelas pessoas que trabalham dentro de casa por conta da pandemia. Formas de exposição: o ideal é iniciar a exposição segmentando os itens infantis dos adultos, assim como os pós-sol e protetores faciais. Depois desse passo, segue-se organizando a categoria por blocos de marca e destacando as linhas de maior valor agregado, sendo os itens de proteção com bronzeamento e/ou com aplicadores diferenciados, como spray/ aerossol, por exemplo. Por fim, a sugestão é de agrupar os Fatores de Proteção Solar (FPS) do maior para o menor e seus respectivos tamanhos de embalagem. Ações adicionais: na temporada dos dias mais frios, o ponto de venda (PDV) pode fazer uso de pontos extras e também do checkout para expor a categoria, principalmente a focada na proteção do rosto.

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Cadastro de produtos entenda a importância para o varejo

A importância do cadastro de produtos para o varejo

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Com o correto cadastro de produtos é possível gerar informações relacionadas às vendas, ao estoque, ruptura, lucratividade, compra de produtos e controle de promoções. Muitas lojas não entendem a importância do cadastro de produtos e é bem frequente que em um mesmo estabelecimento várias pessoas cadastrem produtos em departamentos diferentes. Não havendo, portanto, uma padronização, o que pode atrapalhar na coleta de informações e interferir no  negócio.  Com o cadastro de produtos sendo realizado da forma correta, o processo logístico da empresa é otimizado, evitando o desperdício de recursos e mantendo o sistema atualizado. Como melhorar o cadastro de produtos?  A execução manual do cadastro de produtos está sujeita a diversas limitações e erros, gerando prejuízo ao estabelecimento. Por isso, é importante investir em uma plataforma que facilite esse processo.  Com esse sistema sua empresa garante a qualidade das informações cadastradas e imagens de alta qualidade das mercadorias. Automatizando, dessa maneira, a organização dos dados dos produtos, sem que os funcionários precisem investir tempo nisso, já que a própria plataforma facilita esse  processo. Um cadastro manual, que poderia demorar 45 dias, por exemplo, pode levar, em média, dois dias, tudo devido à tecnologia que o sistema possui. São cadastrados dados como peso, dimensões, tabela nutricional, GTIN, classificação tributária, entre outros. E ele pode até conter mais de 400 atributos de um produto. Todas as informações, são, então, padronizadas, atualizadas e certificadas, seguindo padrões  internacionais e podem ser compartilhadas também com os parceiros comerciais.  Além disso, sistemas como esses armazenam os dados na nuvem ao mesmo tempo em que são disponibilizados para as empresas acessarem  diretamente no site, via API ou Excel, contribuindo com a eficiência de todas as áreas da empresa, tanto fiscais, comerciais, logísticas etc.

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Mudança de temperatura: inverno também traz incremento às vendas

Além das baixas temperaturas, Inverno também traz incremento às vendas nas farmácias

A chegada da estação mais fria do ano, além da mudança de temperatura, também há maior incidência de gripes e resfriados. Consequentemente, este clima faz aumentar a procura por antigripais, descongestionantes e xaropes nas farmácias. Com a umidade baixa e o frio que se aproxima, cria-se um ambiente perfeito para a proliferação das doenças. Por isso, é preciso ficar atento, manter um mix variado da farmácia e chamar a atenção de quem busca por medicamentos para prevenção e tratamento. Afinal, a farmácia é um estabelecimento de saúde e deve estar orientada a oferecer todo acolhimento que o paciente/cliente procura. Neste período do ano, é interessante que a farmácia coloque à disposição do shopper os pontos extras, além dos locais que já são comuns de serem procurados. Balcão, ponto de gôndola ou checkout podem ganhar mais visibilidade e expor mais produtos relacionados a esta categoria. Além da maior exposição, é importante ficar atento a precificação dos produtos e garantir uma comunicação que chame atenção de quem circula pela farmácia. Segundo pesquisa da IQVIA, empresa que utiliza a informação, tecnologia, análises avançadas e expertise humana para impulsionar a área da saúde, conforme o número de pessoas que sofrem com gripes no período do outono ou inverno aumenta, crescem também a demanda por medicamentos relacionados às doenças, como antigripais e antitérmicos. Entre abril e agosto, as vendas são cerca de 40% maiores do que nos meses mais quentes (setembro a março). Oportunidades oferecidas Para que a mudança de temperatura reflita em oportunidade de se posicionar e estar na lembrança do paciente/cliente, é muito importante que a farmácia dê mais atenção aos medicamentos destinados ao tratamento da gripe e do resfriado nos meses mais frios. Além de garantir promoções que complementam a compra ou criar kits que unam dois ou mais produtos e claro: não esqueça de uma parte fundamental, o bom atendimento. Ter uma equipe capacitada para o atendimento é uma boa estratégia para o aumento das vendas. Um bom atendente ouve com atenção as necessidades do cliente para buscar atender ou superar as expectativas do mesmo. É muito importante seguir também com todos os cuidados relacionados à Covid-19. O inverno é um período do ano onde a doença pode ocorrer com maior incidência, já que é comum manter os ambientes mais fechados e com pouca circulação de ar, por exemplo. Por isso, é muito importante ficar atento às normas de segurança, exigir ainda mais o distanciamento social e a utilização de máscaras e disponibilizar sempre o álcool em gel em pontos da farmácia. E não esqueça, os produtos que você precisa para montar um mix variado e garantir boas escolhas para a sua farmácia ou drogaria, você encontra no nosso eGAM. Tenha ótimas vendas! * Se você quiser sugerir temas para serem abordados neste espaço, entre em contato conosco. Envie um e-mail para: marketing.adm@gam.com.br. Sua participação é muito importante para a GAM

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