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Como fazer a intercambialidade de medicamentos

Como fazer a intercambialidade de medicamentos?

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. A intercambialidade de medicamentos, ou seja, a substituição entre medicamentos de referência, similares e genéricos deve obedecer a uma série de regras para garantir que os efeitos terapêuticos sejam os mesmos do que foi prescrito. As resoluções RDCs 16/2007, 51/2007 e 58/2014 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) definem as condições para que as trocas possam ser feitas na dispensação de medicamentos. Intercambialidade de medicamentos na hora da dispensação Quando for receitado medicamento de referência Pode estar descrito no receituário tanto pelo nome da marca quanto pela Denominação Comum Brasileira (DCB) respectiva ou, na falta, pela Denominação Comum Internacional (DCI). Intercambialidade de medicamentos: PODE ser substituído pelo medicamento genérico; PODE ser substituído pelo medicamento similar da lista de intercambiáveis no site da Anvisa; NÃO PODE ser substituído por medicamento similar se estiver prescrito pela DCB ou DCI. Quando for receitado medicamento genérico Deve estar descrito no receituário pela DCB respectiva ou, na falta, pela DCI. Intercambialidade de medicamentos: PODE ser substituído pelo medicamento de referência; NÃO PODE ser substituído por medicamento similar. Medicamento similar Pode estar descrito no receituário tanto pelo nome da marca quanto pela DCB respectiva ou, na falta, pela DCI. Intercambialidade de medicamentos: PODE ser substituído pelo medicamento de referência da lista de intercambiáveis do site da Anvisa; NÃO PODE ser substituído pelo medicamento genérico. O papel do farmacêutico Somente o farmacêutico pode fazer a intercambialidade de medicamentos e precisa seguir os seguintes passos: Discriminar a substituição do que foi prescrito na receita médica ou odontológica;  Carimbar o receituário com nome e número de inscrição do Conselho Regional de Farmácia, colocar a data e assinar.

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FarmaVida leva atendimento de excelência a Içara

FarmaVida leva atendimento de excelência a Içara

O sonho de ter o próprio negócio foi o que motivou Clayton Borges e Daiana Aparecida da Silva de Souza, de Içara, em Santa Catarina, a assumir, no dia 16 de fevereiro de 2012, o desafio de serem proprietários da FarmaVida. A falta de experiência no setor não foi um obstáculo para a construção desta história que já dura nove anos.  “A ideia inicial era ter o próprio negócio, mas não tínhamos ainda em mente em que ramo iríamos seguir. Até que surgiu a oportunidade de comprarmos a farmácia. Desde então nos apaixonamos pelo varejo farmacêutico. Somos uma empresa que preza pela ética profissional e o respeito à saúde de nossos clientes. Contamos com farmacêuticos presentes em todo o horário de funcionamento da loja e atendentes gabaritados para sanar as queixas de nossos clientes, sem a prática da famosa ‘empurroterapia’. Nosso objetivo é garantir que o cliente tenha seu problema solucionado e fique satisfeito com nosso atendimento”, explica o proprietário da FarmaVida, Clayton Borges. Atualmente a empresa conta com um mix de produtos com mais de 14 mil itens, proporcionando boas opções de compra aos seus clientes. “Prezamos por ter o atendimento de excelência, mais acolhedor possível, queremos que as pessoas se sintam abraçadas, estamos sempre atentos aos seus anseios para encontrar a melhor solução possível para as suas dores”, garante Clayton. Diferencial no mercado De acordo com a proprietária, Daiana Aparecida da Silva de Souza, um dos grandes diferenciais da FarmaVida é a busca pelo atendimento de excelência. “Queremos que nossos clientes se sintam acolhidos quando chegam à nossa farmácia. Chamamos eles pelo nome, ficamos sempre atentos às suas queixas, tentamos sempre investigar mais a fundo a causa do seu problema para que possamos levar a ele a melhor solução. Tudo isso sempre pautados na ética profissional e garantindo o melhor preço”, relata. “Além disso, somos a única farmácia da cidade que trabalha com tele-entrega totalmente gratuita para qualquer região. Dispomos de entregador próprio (nosso serviço de entregas não é terceirizado) pois, assim, garantimos a qualidade de nosso atendimento em todos os canais de venda, mantendo o padrão FarmaVida de servir”, complementa. Parceria importante entre a FarmaVida e a GAM Para que toda esta trajetória de sucesso se mantenha, garantir parcerias como a da GAM é muito importante. “Trabalhamos com a Distribuidora GAM, desde o início da nossa gestão na farmácia. Foi uma relação construída ao longo do tempo, onde conseguimos unir forças e garantir o melhor para o cliente. A grande maioria das compras da farmácia é feita através da GAM, que sempre conta com um mix de produtos variados, poucas rupturas e o recebimento das mercadorias acontece logo cedo no dia seguinte a solicitação, proporcionando a nós e aos nossos clientes a confiança de adquirir o produto rapidamente”, afirma Daiana.  Todo este comprometimento com o cliente e a vontade de oferecer produtos de qualidade e um atendimento de excelência, fazem com que a FarmaVida tenha um objetivo ainda maior que é de expandir os canais de atendimento, tanto em lojas físicas como no atendimento remoto. “Queremos que nossos clientes possam nos encontrar em qualquer lugar, seja para realização de compras ou para sanar suas dúvidas sobre saúde. Desafios vamos encontrar sempre, isso faz parte das nossas vidas, e vamos nos tornar melhores com o que aprendermos com eles. Por isso, nunca desista dos seus sonhos”, finaliza a proprietária.

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6 pontos de atenção para os varejos ampliarem lucros com menos perdas

6 pontos de atenção para os varejos HPC e Farma ampliarem lucros com menos perdas

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Geralmente o departamento de perfumaria é um dos mais afetados para práticas criminosas Depois do supermercadista, os varejos de perfumaria e o farmacêutico são os que mais sofrem com as perdas, interferindo nos lucros. Isso se deve, de acordo com a Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe), pela atratividade dos produtos desses segmentos para furtos, inclusive internos, com objetivo de abastecer o mercado informal. Geralmente o departamento de perfumaria, presente nos três setores, é um dos mais afetados para práticas criminosas. O consumidor de farmácias e drogarias, duas classes do varejo que juntas alcançaram faturamento de R$ 58,2 bilhões em 2020. De acordo com a Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma), há muito tempo deixou de ser apenas aquele que busca um medicamento. Nesses locais é possível adquirir de um simples comprimido para dor de cabeça, passando por esmaltes, tinturas e até doces e chocolates. Esse maior mix de produtos atrai mais compradores, mas também proporciona um aumento nas perdas. O setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos (HPC) alcançou um crescimento de 5,8% em 2020 na comparação com faturamento do ano anterior, como revelam dados Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec). “Esses varejos precisam ter maturidade e a consciência de que as perdas devem ser tratadas com eficiência e profissionalismo”, afirma o gerente de Marketing da Gunnebo, Adriano Sambugaro, uma empresa proteção eletrônica para o varejo nacional. Sambugaro diz que, sejam varejistas do setor de HPC ou de farmácias e drogarias, eles precisam alguns cuidados adicionais para reduzir as perdas e ampliar os lucros das operações. Veja seis dicas para obter lucros com menos perdas 1. Maior atenção quando o volume de clientes no estabelecimento aumenta, especialmente em períodos de grande movimentação, como às vésperas de feriados e datas comemorativas. 2 . Mantenha arrumação das gôndolas e demais expositores de maneira permanente, pois isso permite, portanto, a rápida visualização de “buracos” causados por venda ou furto. 3 . Redobre, portanto, a atenção aos itens de maior risco, os chamados PAR (produtos de alto risco), como os desodorantes, aparelhos de barbear, shampoos e condicionadores. 4 . Tenha maior atenção no “trânsito” de pessoas entre o balcão e o caixa, essa é um momento que gera oportunidades de furtos. 5. Mantenha um processo de comunicação efetivo e preventivo entre os colaboradores, investindo também em treinamentos. 6. Faça, então, a integração entre as áreas operacionais e de recursos humanos, que devem, então, interagir de forma preventiva e ostensivamente. Além das seis dicas mencionadas, Adriano Sambugaro lembra que é muito importante os varejistas dedicarem investimentos na aquisição de tecnologias para reduzir os índices de perdas. “O uso de tecnologias adequadas, com equipe qualificada e as recomendações elencadas, podem reduzir as perdas em até 80%”, avisa.

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5 erros no e-commerce que afastam os clientes das farmácias

5 erros no e-commerce que afastam os clientes das farmácias

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. Conhecimento e dedicação fazem com que os erros no e-commerce diminuam, levando a uma venda satisfatória e a uma fidelização de clientela Apesar do aumento significativo de lojas online em 2020, com crescimento de 40,7% no ano, de acordo com a pesquisa “Perfil do E-commerce Brasileiro”, administrar um e-commerce ainda traz desafios para o varejo brasileiro, inclusive o farmacêutico. Afinal, com tantos novos entrantes, evitar erros que afetam a experiência do cliente pode, dessa maneira, se tornar um diferencial competitivo.  Pensando nisso, a head de Marketing e Novos Negócios da Magento, Núbia Mota, apresenta cinco falhas comuns de lojas eletrônicas que afastam os consumidores:   1- Separar o canal online do offline  Ao entrar no comércio eletrônico, diversas empresas não pensam em conectar os canais de vendas on e off para oferecer a mesma experiência de marca em todas as pontas. No entanto, essa separação pode causar ruídos com o cliente. “É importante adotar uma estratégia omnichannel, levando as mesmas experiências do físico para o online e unindo os pontos de contato. A opção de compra online para retirar na loja física, por exemplo, é uma prática crescente”, explica.  2- Ignorar o mobile commerce  Também conhecidas como m-commerce, as vendas por dispositivos móveis somaram R$ 25,9 bilhões em 2019, quase metade do volume total de vendas online, que alcançaram o patamar de R$ 61,9 bilhões. Para atrair e fidelizar os usuários de mobile é necessário pensar na jornada desse consumidor, que no dispositivo móvel é diferente da realizada no site. “Diminuir etapas, facilitar processos e ter um site responsivo são algumas regras”, comenta.  3- Não ouvir o próprio SAC  é um dos erros do e-commerce Ainda existem muitas empresas que se esquecem de olhar para o SAC quando estudam implementar melhorias no e-commerce. Assim, esse departamento tem informações valiosas sobre a experiência do cliente com a marca, que podem dar o direcionamento correto de onde a empresa está falhando. E, o melhor: não há custos para adquirir esses dados – eles pertencem, assim, à própria companhia. 4- Esquecer a personalização Hoje, com a quantidade de e-commerces em diversos segmentos, é um erro não personalizar a loja eletrônica de acordo, então, com as regras do negócio. Pensando, por exemplo, desde o layout à interação do cliente no site. Quanto mais personalizada for a experiência do usuário, maiores, então, as chances de fidelizá-lo. Para isso, Núbia destaca algumas opções como: cartões de mensagens, embalagens, entre outras.  5- Não acompanhar tendências  A executiva ressalta a importância das marcas continuarem atentas às inovações mesmo após a implementação bem sucedida do e-commerce. Assim, já existem, por exemplo, várias tecnologias como voice search e busca por imagem, que podem ,por exemplo, facilitar a jornada de compra do cliente no online.

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Atendimento humanizado faz a diferença na Farmácia Taquari

Atendimento humanizado faz a diferença na Farmácia Taquari

Com o foco do trabalho no acolhimento e no cuidado com o cliente, desde o atendimento humanizado até a experiência de compra realizada na farmácia, a Farmácia Taquari surgiu no mercado em março de 2010 graças ao espírito empreendedor da proprietária Ilsa Herencio. “A ideia de abrir uma farmácia surgiu de uma paixão aliada a uma oportunidade. Trabalhei em uma rede de farmácias por mais de 20 anos. O que me encanta e motiva é a gestão do negócio que compreende, dentre outras tantas coisas, a inovação do setor e o relacionamento com clientes, parceiros, equipe e, de uma certa forma, a comunidade. Iniciamos de forma independente, mas em seguida nos unimos à rede associativista antes denominada Farmavale. Hoje estamos associados à Rede Vida de Farmácias, que nos proporciona maior solidez para enfrentar o mercado”, garante a proprietária Ilsa Herencio. Dificuldades superadas com persistência As dificuldades no início das atividades foram superadas com muita persistência e motivação. “Processos burocráticos associados à concorrência comercial são dificuldades inerentes ao negócio. Para enfrentá-los trabalhamos com ética, respeito, tentando inovar a cada dia. Contamos também com parcerias como a da GAM que atende todas as demandas e conta com um sistema de pedidos funcional e dinâmico, portfólio amplo, boa condição comercial, representante ativo e presente, entregas pontuais e efetivas”, enaltece Ilsa. Novidades que fazem a diferença na Farmácia Taquari Com o trabalho solidificado no mercado, a cada ano, novas oportunidades surgem para oferecer um serviço ainda melhor aos clientes da farmácia. “Há praticamente nove anos vínhamos atuando em uma linha de trabalho convencional ao ambiente de drogaria. Neste ano, frente ao entendimento da necessidade de prestar um atendimento mais qualificado ao nosso cliente, diversificamos nossa oferta de serviços. A partir da contratação de expertises, identificamos a oportunidade de oferecer um Espaço Saúde, contemplando atividades que contribuem para o bem-estar e qualidade de vida do nosso público, bem como da equipe”, afirma a proprietária. Para o futuro, mais qualidade ao serviço prestado  De acordo com Ilsa, para o futuro, o planejamento é de ampliar o número de lojas, primando sempre pela qualidade do serviço. “Tudo vale a pena, quando sua atividade é gratificante. Se surgem dificuldades, temos que encará-las como um desafio. E desafios devem ser superados. Nosso trabalho sempre foi pautado na ética, contando com profissionais e farmacêuticos cientes de sua responsabilidade, zelando pelo bem mais precioso, a saúde e o bem-estar do nosso cliente “, finaliza Ilsa.

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Invista na linha de cuidados pessoais e atraia ainda mais clientes ao seu negócio

Invista na linha de cuidados pessoais e atraia ainda mais clientes ao seu negócio

Você já parou para pensar que há muito tempo as farmácias deixaram de ser um local somente para a venda de medicamentos e se tornaram um espaço onde estão cada vez mais concentradas opções de produtos utilizados para os cuidados pessoais? Segundo pesquisa Retail Farma Brasil, 45% do faturamento dos PDVS são de não-medicamentos, sendo que 70% dos consumidores colocam em sua cesta de compra itens de perfumaria. Falar na linha de cuidados pessoais é muito abrangente, então que tal construir esse pensamento juntos? Os cuidados pessoais são chamados de “grupos de categorias”, pois dentro desse grupo podem existir na sua loja diversas categorias e dentro das categorias as subcategorias.   Construímos um modelo básico que permite a visualização de como os cuidados pessoais são formados. Vale lembrar que os itens acima são apenas exemplos, podendo ser mais amplo ou reduzido de acordo com o perfil de cada farmácia. Atrativos e ações no PDV Para garantir uma melhor procura e trazer facilidade na hora da compra, além de um aumento do espaço destinado às categorias com maior saída, vale também apostar em pontos extras, como pontas de gôndola, ilhas e totens para o checkout. Posicionar os produtos em gôndolas bem localizadas e na altura dos olhos contribui para o crescimento das vendas e o uso de pontos extras (como já citado acima) também é extremamente importante já que muitas vezes o shopper não se lembra de colocar estes itens em sua lista de compras. Mix variado faz a diferença Não esqueça também que é muito importante ter opções na área de cuidados pessoais para todos os tipos de públicos, desde os itens de entrada, com um menor valor, até opções com um maior valor agregado. Separe os itens por subcategoria, destacando nas prateleiras de cima os itens de maior rentabilidade. Faça também a comunicação visual, apontando onde está cada uma dessas categorias dentro da sua farmácia, facilitando assim, a jornada de compra. Com organização e cuidado, é possível agradar o shopper, fidelizá-lo e garantir ainda mais lucros ao seu negócio. Lembre-se sempre que os produtos que você precisa para montar um mix variado e garantir boas escolhas para a sua farmácia ou drogaria, você encontra no nosso eGAM. Tenha ótimas vendas!

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LGPD: varejo tem menos de 7 meses para se adequar a lei

Varejo tem menos de 7 meses para se adequar à LGPD

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia. O varejo que ainda não se adequar  à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – que regulamenta o uso, proteção e transferência de dados pessoais em todo o Brasil – terão menos de oito meses para se adequar, caso contrário, a partir do mês de agosto, eles poderão pagar multas de até R$ 50 milhões. De acordo com o consultor, sócio e instrutor certificado da Datalege Consultoria Empresarial, Mario Toews, a LGPD surgiu para promover uma conscientização sobre as informações de pessoas físicas que estão nos bancos de dados das instituições e obrigá-las, assim, a criar fluxos de segurança para evitar problemas aos titulares dos dados. Apesar das multas ainda não estarem sendo aplicadas, a vigência da lei já estabelece a responsabilidade civil das empresas. “Assim, desde setembro do ano passado, quem se sentir lesado no tratamento dos seus dados pessoais pode entrar com um processo judicial com base na LGPD”, esclarece Toews. Ele esclarece, também, que esse tipo de medida pode ser tomada principalmente nos caso de “dados mais sensíveis”, já que conforme a LGPD, dentro do conjunto de informações pessoais há algumas que exigem “uma camada extra de proteção”. Ou seja, são dados que revelam questões genéticas, biométricas e sobre a saúde ou a vida sexual de uma pessoa; origem racial ou étnica; convicções religiosas ou filosóficas; opiniões políticas ou filiação sindical. E mesmo para os casos em que as informações pessoais não se enquadram nessas categorias, é necessário investir nos protocolos de segurança. Cenário do varejo em relação a LGPD De acordo com o Mapa de Empresas do Ministério da Economia, em setembro de 2020 foram registradas aproximadamente 19,3 milhões de empresas ativas no Brasil. Ou seja, quase metade delas atua no setor de serviços (45,94%), enquanto a outra parcela significativa (35,21%) lida com o comércio. São áreas que concentram um grande volume de dados pessoais e as implicações vão muito além das multas. A lei já está em vigor e hoje qualquer cidadão pode exigir a exclusão de suas informações da base de dados. “A empresa precisa saber como proceder, porque nem todos os dados podem ser simplesmente apagados”, acrescenta o especialista. Varejistas de pequeno porte   As regras que valem para os grandes também são válidas para os pequenos. Isso porque a LGPD foi elaborada para todos os portes e segmentos empresariais, incluindo o setor supermercadista. “Para quem não estiver cumprindo a legislação, as multas são muito altas e podem inviabilizar a existência das empresas que não se adequarem. Isso porque no Brasil, a LGPD prevê multas que podem variar de 2% do faturamento bruto até R$ 50 milhões por infração”, explica Toews. As empresas que não estiverem adequadas à LGPD também correm o risco de ficar fora do mercado. “As leis de proteção de dados são uma tendência mundial e uma exigência comercial de muitas corporações. Ou seja, quem não cumpri-la corre o risco de perder negócios importantes, inclusive no mercado internacional”,  finaliza Mario Toews. Lei Geral de Proteção de Dados nas farmácias  Fonte: SBVC

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farmacia são pedro leva qualidade e bom atendimento em são ludgero

Farmácia São Pedro leva qualidade e bom atendimento a São Ludgero

Com o objetivo de levar saúde e qualidade de vida aos moradores de São Ludgero, em 26 de março de 2011 foi inaugurada a Farmácia São Pedro. O local que em 2021 completará uma década de funcionamento surgiu graças ao espírito empreendedor da proprietária Maria Aparecida de Bona da Silva que viu uma oportunidade de negócio e uma forma de auxiliar na propagação do bem-estar às pessoas. “A ideia principal de comprar uma farmácia foi do meu pai. Ele tinha o sonho de me ajudar a iniciar uma empresa e foi com o ramo farmacêutico que me identifiquei. Eu já trabalhava na área da saúde como técnica de enfermagem, por isso, minha paixão pela saúde e os cuidados com o outro é antiga”, explica a proprietária Cida, como é conhecida na cidade de São Ludgero. Segundo ela, a fundação da farmácia foi um desafio a ser superado, já que Maria Aparecida ainda não era formada na faculdade. Ela possuía experiência, porém não poderia exercer o cargo principal. Foi então que foi em busca de novos conhecimentos, estudou e trabalhou muito e, no ano de 2017, veio a tão sonhada graduação. “O bairro Encosta do Sol foi o escolhido para a fundação da primeira farmácia. Ele estava em constante crescimento, então percebemos a necessidade de uma farmácia ali localizada. A localização afastada do centro foi outro desafio que a Farmácia São Pedro superou, a equipe está em constante busca de novos clientes, conquistando-os e mantendo-os a cada dia. Um dos pontos chaves que ajudou muito a superar os desafios enfrentados foi a recepção calorosa dos clientes do bairro e a fidelização de clientes conquistados ao longo dos anos”, explica Cida. Atualmente a farmácia conta com uma filial, a São Pedro II, no bairro Bela Vista, também em São Ludgero. “Inaugurada dia 22 de abril de 2020, a filial surgiu a partir do objetivo de crescimento da empresa. Nesse momento, agora com um sócio, Valdevino Buss, que decidiu embarcar no sonho da nossa tão querida São Pedro II que hoje prospera a cada dia”, explica a proprietária Maria Aparecida. Diferencial no mercado De acordo com a sócia, entre os diferenciais da farmácia estão a busca por profissionais qualificados e farmacêuticos presentes em tempo integral. “Para isto investimos muito desde a seleção até a capacitação dos nossos colaboradores, com o compromisso de promover a saúde em nossas farmácias com dedicação e bem-estar. Garantimos um bom atendimento, ambiente agradável, onde nossos clientes se sentem muito acolhidos, crediário próprio, tele-entrega, fazendo parte da escala de plantões. Desta forma, a empresa está em constante aperfeiçoamento profissional, promovendo diversos cursos para sua equipe como: mentoria para redes sociais (atendendo o cliente online e off-line), coaching, sessões de desenvolvimento humano, palestras motivacionais entre outras atividades educativas”, explica Maria Aparecida. Todo este trabalho fez com que, com o passar do tempo, fosse criada uma grande afinidade com os clientes que se tornam amigos. “No ano de 2018, por exemplo, passei por um momento muito difícil na minha vida, a perda de meu irmão e fiquei muito abalada emocionalmente. Mas, como sempre, tive apoio de nossos clientes. Eles sempre traziam palavras de acolhimento e conforto, ajudando que este momento difícil fosse superado. Tenho muita gratidão por saber que posso contar sempre com eles que, nessa caminhada, se tornaram grandes amigos”, destaca Cida emocionada. Parceria importante entre a Farmácia São Pedro e a GAM Manter a qualidade e bom atendimento aos clientes e fornecedores, além de garantir a excelência é a palavra de ordem na Farmácia São Pedro. Para isso, a empresa conta com importantes parcerias, como a da GAM. “Assim que fui abrir a farmácia mantive contato com o representante Alex. Estava em consulta com minha filha, conversamos na avenida de Tubarão mesmo. Entreguei a ele ali na frente da clínica a documentação necessária. Após avaliada ele veio até aqui e me instruiu a fazer as compras pelo e-Gam. Gosto muito do site da GAM, pois me identifico com os medicamentos e perfumarias que constam em estoque, já que são identificados por fotos e também por seus princípios ativos. Hoje a GAM é a nossa principal distribuidora e nossa parceira”, relata a proprietária. Em quase 10 anos de atividades, a empresa mantém o foco nos valores que desde a sua fundação estão presentes, o respeito ao ser humano, o trabalho honesto, o profissionalismo, a ética e excelência e qualidade no atendimento. “Não existe idade para começar ou finalizar um sonho, todo percurso exige sacrifícios, desde que você não ultrapasse o seu limite e o limite do próximo tudo é válido para conquistar os seus objetivos traçados a curto, médio e longo prazo”, finaliza Maria Aparecida.

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Como os pontos de vendas devem se transformar em 2021

Como os pontos de vendas devem se transformar em 2021

O conteúdo publicado a seguir é de autoria e direito intelectual do portal Guia da Farmácia.  O ano já começa com ainda mais desafios para os varejistas: fim do auxílio emergencial, aumento no desemprego e reajuste de aluguel com base no IGP-M são alguns deles. Qualquer previsão para 2021 é rodeada de incertezas, principalmente no que se refere a canais de venda e comportamento de consumo. Com a renda comprometida, é difícil prever se o consumidor manterá os hábitos adquiridos ao longo de 2020, mas o cenário dá algumas pistas de como será o futuro do varejo. O sócio-diretor da Gouvêa Malls, Luiz Alberto Marinho, explica que, mesmo que os primeiros meses do ano ainda sejam difíceis, o varejista tem razões para esperar por um 2021 mais animador, com a iminência da vacina e a retomada da confiança do consumidor. Desafios para as vendas em 2021 O especialista lembra que, em 2020, munido de crédito ou do auxílio emergencial, o cliente mostrou predisposição para consumo, principalmente em serviços considerados essenciais, como supermercados e farmácias. Mas também no comércio eletrônico, que engloba o delivery de alimentos e teve resultados históricos. Esses fatores precisam ser considerados ao se pensar na reestruturação dos pontos de venda para os próximos meses. Legado da pandemia A pandemia ajudou a acelerar algumas tendências que já eram apontadas para o varejo havia alguns anos, como a omnicanalidade e o avanço do uso de tecnologia nas lojas físicas – e não somente o e-commerce. “O melhor exemplo é o WhatsApp, o que chamamos de um CRM na palma da mão do vendedor”, comenta o presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), Eduardo Terra. De acordo com Terra, o modelo de loja que abre e espera pela chegada do consumidor está fadado ao fracasso. “Ela tem que abrir e imediatamente ativar clientes por meio de recursos digitais. Trazer quem está em casa, na rua ou no trabalho. As lojas físicas vão virar bases de trabalho e de mercadoria para ativação de clientes.” Dessa forma, a metragem dos pontos deve ser repensada ao longo do ano. Para negócios que tenham essa característica, não haverá mais necessidade de uma loja espaçosa para apenas armazenar produtos. No entanto, a experiência continua viva no setor, agora considerado questões de higienização e touchless (sem toque). Valorização da proximidade e logística O home office mudou a rotina dos escritórios e de estabelecimentos que dependiam totalmente de fluxo em áreas comerciais. Isso também deve levar ao surgimento de novas operações em regiões mais residenciais em 2021. A logística sempre foi apontada como um dos maiores gargalos para o avanço do e-commerce no Brasil. Em 2020, com o crescimento compulsório nas estratégias de omnicanalidade e também no surgimento de novos operadores logísticos, essa barreira começou a ser vencida. No entanto, na visão de Marinho, a pandemia tem aumentado a diferença entre as empresas maiores e estruturadas e os pequenos varejistas. O próprio omnichannel é uma prova disso, pois é uma modalidade que demanda volume para ter resultados financeiros significativos. “O pequeno, de alguma maneira, é quem está mais vulnerável em toda essa revolução que estamos assistindo, e será quem mais precisará de apoio.” Fonte: PEGN

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União e cooperativismo possibilitam a criação das Farmácias Cotripal

União e cooperativismo possibilitam a criação das Farmácias Cotripal

Foi a união e o desejo de oferecer ainda mais serviços aos associados da Cotripal Agropecuária Cooperativa que no dia 27 de dezembro de 2007 foi inaugurada a primeira Farmácia Cotripal. A cooperativa já atuava em vários ramos de negócios e o início da atuação no ramo farmacêutico partiu de uma solicitação dos próprios associados. “Nossa maior dificuldade no início foi fazer com que as pessoas viessem conhecer nossa loja e nosso trabalho. Superamos essa dificuldade através de muita divulgação e conquistando os clientes que vierem até nós e que nos ajudaram em todo este processo”, garante a gerente das Farmácias Cotripal, Bianca Azevedo. Busca pelo atendimento de excelência O atendimento diferenciado é um dos principais diferenciais da farmácia que atua no Rio Grande do Sul. “Nos destacamos pela busca na excelência no atendimento, além de oferecer boas condições de pagamento, atenção farmacêutica e prestação de serviços com destaque em aplicação de injetáveis. Temos um compromisso muito forte com a ética na dispensação dos medicamentos e nos preocupamos com a saúde e o bem-estar dos nossos clientes”, garante Bianca. Parceria entre Farmácias Cotripal e GAM O trabalho na Cotripal é focado no bem-estar das pessoas. “Acreditamos na expressão ‘nada tem sentido se não tocarmos o coração das pessoas’, por isso, não vendemos medicamentos e perfumaria, mas trabalhamos para melhorar o momento e para trazer o conforto, o bem-estar, o alívio e a cura. Um sorriso, um aperto de mão, uma palavra de conforto, uma informação pode transformar o dia das pessoas” enaltece Bianca. Para que todo o trabalho tenha continuidade, a cooperativa conta com importantes parcerias como a da GAM. “Nossa relação com a GAM foi crescendo com o passar do tempo. Percebemos nela uma empresa comprometida em prestar um bom atendimento e oferecer boas oportunidades de negócios aos clientes”, garante a gerente. Todo este esforço faz com que a cooperativa planeje, no futuro, abrir filiais de farmácias em toda área de abrangência da Cotripal para melhor atender seus associados e clientes. Seria a consolidação dessa história construída para dar ainda mais comodidade e qualidade nos serviços aos seus cooperados.

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